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Oxxo, Kalunga e Rede 28 são citadas em inquérito de corrupção que prendeu dono da Ultrafarma
Publicado 13/08/2025 • 08:55 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 13/08/2025 • 08:55 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
As redes varejistas Oxxo, Kalunga e a Rede 28 de postos de combustíveis foram citadas como suspeitas de envolvimento no esquema bilionário de corrupção fiscal que levou à prisão temporária do empresário Sidney Oliveira, dono da Ultrafarma, de um diretor da rede Fast Shop e de um auditor da Receita Estadual. A operação foi deflagrada nesta terça-feira (12) pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP).

Segundo os promotores, o principal operador era o fiscal Artur Gomes da Silva Neto, supervisor da Diretoria de Fiscalização da Secretaria Estadual da Fazenda. Ele é acusado de receber cerca de R$ 1 bilhão em propina desde 2021 para fraudar créditos tributários em benefício de empresas. Na casa dele, foram encontrados pacotes de dinheiro.
Em coletiva nesta terça, o promotor Roberto Bodini, do Grupo de Atuação Especial de Repressão aos Delitos Econômicos (Gedec), afirmou que outras empresas podem ter recorrido ao mesmo esquema para obter liberação irregular de créditos fiscais.
Por estar em andamento, o MPSP informou que não divulgará oficialmente os nomes das companhias investigadas, embora Oxxo e Kalunga tenham sido citadas como exemplos de possíveis beneficiárias, junto a outras empresas de menor porte.
Em nota, o Grupo Nós, controladora das lojas OXXO, informou não ter sido notificada sobre a investigação e que “está à disposição das autoridades competentes para, se necessário, prestar esclarecimentos e colaborar nos termos da lei”.

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