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Endividamento atinge quase 50% das famílias brasileiras e consome 27,8% da renda mensal

Publicado 24/08/2025 • 17:58 | Atualizado há 6 meses

KEY POINTS

  • Dados do Banco Central mostram que 49% das famílias brasileiras estão endividadas e comprometem 27,8% da renda mensal com o pagamento de dívidas. Os números são referentes a maio deste ano.
  • O índice de dívidas das famílias avançou 0,1 ponto percentual em relação a abril e 1,4 ponto na comparação com maio de 2024, evidenciando a persistência do problema do crédito caro e do alto grau de endividamento no país.

Dados do Banco Central mostram que 49% das famílias brasileiras estão endividadas e comprometem 27,8% da renda mensal com o pagamento de dívidas. Os números são referentes a maio deste ano.

O índice de dívidas das famílias avançou 0,1 ponto percentual em relação a abril e 1,4 ponto na comparação com maio de 2024, evidenciando a persistência do problema do crédito caro e do alto grau de endividamento no país.

O peso das dívidas no orçamento também cresceu. O comprometimento de renda das famílias — indicador que mede a parcela da renda mensal usada para pagar dívidas, incluindo amortizações e juros — avançou 0,4 ponto percentual no mês e 1,9 ponto em doze meses, alcançando 27,8%. Na prática, isso significa que mais de um quarto da renda familiar está sendo consumido pelo serviço da dívida. É o maior patamar já registrado desde 2005.

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Dentro desse total, o gasto com juros chama atenção. Em maio, 9,86% da renda foi consumida apenas com o pagamento de juros, índice que reflete tanto a elevação das taxas quanto o aumento da tomada de crédito. O Banco Central aponta que essa fatia vinha em trajetória de oscilação: teve um pico em 2023, recuou em 2024 e voltou a subir neste ano.

O levantamento mostra ainda que a taxa média do crédito pessoal chegou a 58,3% ao ano em maio, o maior patamar desde 2023. Nos últimos dois anos, o saldo de crédito com recursos livres avançou 23,4%, reforçando o grau de exposição das famílias brasileiras ao endividamento. Esse cenário pressiona os orçamentos domésticos e amplia os riscos de inadimplência, especialmente entre os grupos de menor renda.

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