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Brasil e México buscam ampliar comércio bilateral com modernização do acordo AC53, diz gerente da CNI
Publicado 27/08/2025 • 19:45 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 27/08/2025 • 19:45 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
A missão oficial brasileira ao México busca ampliar o comércio entre os dois países, disse Tatiana Farah, gerente de promoção comercial da CNI (Confederação Nacional da Indústria), em entrevista ao Times Brasil – CNBC.
“Estamos aqui no esquenta das negociações, em um dia intenso de relacionamento entre as empresas brasileiras participantes e as empresas mexicanas. Tivemos reuniões do Conselho Empresarial Brasil-México, onde ficou claro que há muito potencial a ser explorado e que precisamos fortalecer os laços entre os setores produtivos dos dois países”, afirmou.
Ela ressaltou que o acordo vigente não cobre toda a capacidade de comércio bilateral e precisa de atualização: “A maneira mais prática e segura para incrementar o comércio entre Brasil e México, que são as duas maiores economias da América Latina e representam mais de 55% do mercado regional, é ampliar e modernizar o AC53, incluindo não apenas mais bens, mas também serviços essenciais como os financeiros e de tecnologia.”
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Tatiana Farah destacou setores específicos com grande potencial de crescimento, especialmente diante das mudanças no comércio global. “Já temos produtos brasileiros que sofreram impacto com tarifas de outros mercados, como o setor de proteína animal e alimentos, e sabemos que no México esses mercados estão consolidados, mas ainda há muito espaço para expansão.”
Sobre os objetivos da missão, a gerente da CNI afirmou que o foco é obter avanços concretos e sinalizações positivas dos governos. “Esperamos sair daqui com o anúncio da ampliação do Acordo de Complementação Econômica (AC53), o que seria um grande êxito, além de avançarmos em outros pleitos apresentados pelo Conselho Empresarial Brasil-México, reforçando a intenção de fortalecer a relação comercial e a complementaridade das indústrias dos dois países.”
Ela também falou sobre o ânimo do setor privado mexicano e o efeito do diálogo direto entre empresários. “Existe uma manifestação muito clara do setor privado de ambos os lados em fortalecer e proteger a indústria Brasil-México, ampliar laços econômicos, participar de encadeamentos produtivos importantes e gerar novos contratos sempre que há oportunidade de diálogo.”
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