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Em visita oficial, Alckmin anuncia acordo agropecuário entre Brasil e México
Publicado 27/08/2025 • 18:15 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 27/08/2025 • 18:15 | Atualizado há 8 meses
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lVice-presidente da República e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin.
© Lula Marques/Agência Brasi
Durante missão oficial no México, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, anunciou nesta quarta-feira (27) a assinatura de um Memorando de Entendimento entre os dois países para ampliar a cooperação agropecuária.
O documento foi firmado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural do México (SADER). Ele estabelece um marco legal para o intercâmbio em áreas como produção agrícola e pecuária, apoio técnico a pequenos e médios produtores, soberania alimentar, sanidade animal e vegetal, pesquisa e inovação tecnológica, além de mecanismos de financiamento, seguro rural e facilitação da comercialização de produtos.
Para implementar o acordo, será criado um grupo técnico binacional, responsável por identificar áreas de interesse comum, planejar e atualizar o Plano de Trabalho.
Em entrevista exclusiva ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o presidente da Câmara do Brasil no México, Liborio Rauber, falou sobre o bom momento nas relações bilaterais entre os dois países, destacando que nos últimos anos, a participação do Brasil cresceu de maneira significativa, resultado de esforços consistentes para estreitar a cooperação e ampliar o comércio entre essas economias.
A missão oficial liderada por Geraldo Alckmin no México faz parte de uma estratégia brasileira para ampliar e diversificar mercados, em resposta às tarifas elevadas impostas pelos Estados Unidos ao agronegócio.
Nesse contexto, o México tem se destacado como parceiro promissor. Dados da Abiec mostram que, em agosto de 2025, o país ultrapassou os EUA como segundo maior destino da carne bovina brasileira, com 10,2 mil toneladas (cerca de US$ 58,8 milhões) exportadas, enquanto os EUA receberam 7,8 mil toneladas (US$ 43,6 milhões) no mesmo período.
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Alckmin destacou a lógica de complementariedade econômica: “Quando você tem melhor competitividade, eu compro de você; quando eu tiver, eu vendo para você. Ganha o conjunto da sociedade. É ganha-ganha”.
O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, ressaltou que o México responde por cerca de 50% dos resultados econômicos da abertura de mercados nos últimos dois anos e oito meses, com mais de 409 novos destinos para produtos agropecuários brasileiros e contribuição superior a US$ 800 milhões (R$ 4,33 bilhões) em negócios com o país.
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