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Vendas de materiais de construção voltam a crescer após 9 meses de quedas, diz Abramat
Publicado 17/04/2026 • 14:56 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 17/04/2026 • 14:56 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Faturamento da indústria de materiais de construção cresce em dezembro, mas setor fecha 2025 em retração
Confiança da Construção inicia 2026 em alta, mostra FGV
As vendas de materiais de construção no Brasil cresceram 1,6% em março na comparação com o mesmo mês do ano passado e subiram 3,1% na comparação com fevereiro. O desempenho positivo das vendas em março foi o primeiro após nove meses consecutivos de quedas.
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 17, pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Os números já são deflacionados.
O resultado de março foi puxado principalmente pela melhora nas vendas de materiais básicos, que cresceram 2,5% na comparação anual, enquanto os materiais de acabamento avançaram apenas 0,2%.
Apesar da melhora do desempenho no mês, o setor ainda acumula retração de 3,3% no acumulado dos últimos 12 meses até março.
Segundo a Abramat, a leitura do setor é de que o resultado reflete uma recomposição parcial da atividade, ainda sem caracterizar uma tendência consolidada de crescimento.
“O resultado de março mostra uma recuperação pontual, após uma sequência de quedas, mas ainda não reflete os desdobramentos do cenário internacional. A escalada do conflito no Oriente Médio tende a pressionar custos de insumos relevantes, como aço e cimento, o que pode impactar a atividade da construção e o desempenho da indústria nas próximas leituras”, afirma o presidente da Abramat, Paulo Engler.
Segundo ele, esse movimento também pode influenciar o ambiente macroeconômico doméstico. “Esse contexto pode contribuir para a manutenção de uma taxa de juros elevada por mais tempo, o que afeta o crédito e a dinâmica do setor. Por isso, seguimos com uma visão de cautela, apesar da projeção de crescimento moderado para o ano”, completa.
Por ora, a Abramat mantém a projeção de crescimento de 1,9% no faturamento para 2026, sustentado pela expectativa de uma redução gradual das taxas de juros e pela continuidade de programas habitacionais.
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