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Lula critica rejeição da MP do IOF e promete insistir na pauta
Publicado 09/10/2025 • 17:32 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 09/10/2025 • 17:32 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
A discussão sobre a tributação dos mais ricos voltou ao centro do debate político depois de a Medida Provisória que buscava alternativas à elevação do IOF não avançar na Câmara dos Deputados e perder a validade nesta quarta-feira (08). Durante a inauguração do novo complexo industrial da montadora chinesa BYD, em Camaçari (BA), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou parte dos deputados que rejeitaram o projeto, destacando o impacto para a política fiscal do governo.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que uma parcela do Congresso Nacional se posicionou contra a proposta de taxação dos chamados super-ricos, defendida pelo Executivo.
“Ontem foi triste porque uma parte do Congresso Nacional votou contra a taxação que a gente queria fazer dos bilionários deste país, daqueles que ganham muito e pagam pouco”, declarou Lula.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que a implementação de impostos para quem possui maior renda deve ocorrer em breve, ressaltando que a classe trabalhadora não aceitará passivamente o revés parlamentar.
Lula questionou a diferença nas alíquotas cobradas entre trabalhadores e pessoas de alta renda:
“Se um trabalhador pode pagar 27,5%, por que um ricaço não pode pagar 18%? Ainda fizemos um acordo para 12% e eles não quiseram pagar. Eles podem saber que é uma questão de dias: eles vão pagar o imposto que merecem aqui no Brasil, porque o povo trabalhador não vai deixar isso barato.”
As declarações foram dadas durante a cerimônia de inauguração do novo polo da BYD, nesta quinta-feira (9), que marcou o início oficial das operações da montadora chinesa no país. O empreendimento recebeu investimento de R$ 5,5 bilhões e deve gerar até 20 mil empregos, entre diretos e indiretos.

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