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Mais de 2.600 cidades protestam contra Trump em meio à paralisação do governo dos EUA
Publicado 18/10/2025 • 15:48 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 18/10/2025 • 15:48 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Em meio a uma paralisação do governo dos Estados Unidos, milhares de manifestações programadas para este sábado (18) reúnem opositores do presidente Donald Trump em mais de 2.600 cidades de todo o país. Os atos, batizados de “No Kings” pelos organizadores, contestam o comportamento do presidente e trazem críticas sobre o que ativistas classificam como riscos ao equilíbrio democrático nos EUA.
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O protesto ocorre em um momento em que serviços federais encontram-se suspensos há 18 dias, intensificando o embate entre o Executivo e o Congresso. Segundo os organizadores, esta terceira mobilização nacional desde o retorno de Trump à presidência tem potencial para superar as anteriores em número de participantes e articulação. O objetivo é unificar vozes contra medidas do governo que, para eles, ameaçam direitos civis e o funcionamento tradicional das instituições.
Trump, que não está em Washington neste final de semana, concedeu entrevista à Fox News antes de se deslocar para sua residência em Mar-a-Lago, Flórida. “Eles dizem que estão se referindo a mim como um rei. Eu não sou um rei”, afirmou Trump. Próximo ao local, também são esperadas manifestações. Entre as lideranças democratas envolvidas na mobilização, destacam-se o líder do Senado, Chuck Schumer (Democrata-NY), e o senador independente Bernie Sanders (Independente-VT).
Ezra Levin, cofundador do Indivisible, um dos grupos à frente das manifestações, destacou: “Não há ameaça maior para um regime autoritário do que o poder do povo patriótico”. As ações incluem centenas de parceiros de coalizão e visam contemplar praticamente toda a população, já que, segundo os organizadores, a maioria dos estadunidense estará a menos de uma hora de deslocamento de algum protesto.

Fora dos Estados Unidos, estadunidenses residentes em Madri já se reuniram para protestar, e ações semelhantes estão agendadas em outras cidades europeias, coordenadas por grupos de Democratas no Exterior. Enquanto isso, líderes republicanos, como o presidente da Câmara, Mike Johnson (Republicano-LA), criticaram os protestos, chamando-os de “ódio à América” e classificando organizadores como “comunistas” e “marxistas”.
O impasse político também se reflete no Congresso. Os democratas se recusam a aprovar uma medida que reabriria o governo sem garantir investimentos em saúde, enquanto os republicanos defendem a retomada das atividades antes de negociações sobre esse tema. Para parte dos democratas, a paralisação é uma estratégia para pressionar a Casa Branca e reafirmar o papel do Legislativo como poder autônomo.
Em publicação no Facebook, Bernie Sanders declarou: “É uma manifestação de amor à América.” E acrescentou: “É uma manifestação de milhões de pessoas em todo este país que acreditam em nossa Constituição, que acreditam na liberdade americana”, disse ele, frisando que “não vão deixar você e Donald Trump transformar este país em uma sociedade autoritária”.
O cenário contrasta com o desânimo registrado entre democratas há cerca de seis meses, quando o partido estava dividido sobre como lidar com o retorno de Trump ao poder. Na época, Schumer foi alvo de críticas internas por não usar uma votação de orçamento para confrontar o presidente.
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