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Economia Brasileira

Dólar recua para menor valor em 17 meses

Publicado 11/11/2025 • 18:16 | Atualizado há 2 meses

KEY POINTS

  • A moeda americana caiu 0,64%, fechando a R$ 5,273, no menor nível em 17 meses, puxada pelo alívio global após avanços no Congresso dos EUA para encerrar o shutdown.
  • A leitura benigna do IPCA de outubro (+0,09%) reforçou a percepção de desinflação no Brasil, enquanto a redução das tensões comerciais entre EUA e China e o dólar mais fraco aumentaram o apetite por ativos de mercados emergentes.
  • O cenário reforça a perspectiva de cortes de juros pelo Banco Central entre janeiro e março, embora o Copom ainda precise sinalizar formalmente ajustes futuros, enquanto o mercado aguarda dados econômicos dos EUA e novas orientações do Fed.
dólar

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Dólar

O dólar fechou em queda pela quinta sessão consecutiva, recuando 0,64%, a R$ 5,273, no menor nível em 17 meses, acompanhando o alívio global após avanços no Congresso dos Estados Unidos para encerrar o shutdown.

A moeda chegou a tocar R$ 5,264 na mínima, guiada pela desvalorização do dólar no exterior e pelo apetite por risco em emergentes.

Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Fábio Guarda, CIO da Galapagos Capital, afirmou que “a negociação do travamento do orçamento americano está muito próxima do fim, e isso devolve liquidez aos mercados globais”, movimento que tende a favorecer países com maior prêmio de risco, caso do Brasil.

A leitura benigna do IPCA de outubro, que subiu apenas 0,09%, reforçou a percepção de desinflação e sustentou o real, em paralelo ao avanço das commodities. Segundo o especialista, o dado “é superanimador e fortalece a perspectiva de cortes de juros entre janeiro e março”, embora ele avalie que o Banco Central ainda precisará construir essa sinalização no próximo Copom.

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Para ele, o cenário internacional também pesa: “Com o dólar mais fraco e as tensões comerciais entre EUA e China arrefecendo, há espaço para mais fluxo em direção a mercados emergentes”.

A ata do Copom reforçou a orientação de juros altos por mais tempo, mas economistas veem espaço para mudanças no discurso a partir de dezembro. O mercado aguarda ainda a retomada dos indicadores atrasados nos EUA, após o fim previsto da paralisação até sexta-feira (14), além de novos sinais do Federal Reserve.

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