Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
FGC aprova plano agressivo de R$ 55 bilhões para cobrir colapso do Banco Master
Publicado 09/02/2026 • 20:02 | Atualizado há 8 meses
O TikTok chega ao primeiro acordo estadual sobre alegações de segurança envolvendo adolescentes e concorda com limites de uso
Apple enfrenta processo de US$ 5,7 bilhões por violação de patentes relacionadas à tecnologia do iPhone e do Apple Watch
O que a Paramount prometeu a Hollywood para obter os direitos de exibição da WBD
Coca-Cola contrata Rob Gehring, da Monster, para dirigir operações na América do Norte
Trump e Xi encerram visita de Estado marcada mais por espetáculo do que por acordos
Publicado 09/02/2026 • 20:02 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Foto: Divulgação/FGC.
FGC protege seu investimento?
O Conselho de Administração do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) deu sinal verde para um plano agressivo de recapitalização após o colapso do conglomerado Master. Segundo apuração do Valor, a estratégia envolve a antecipação de 84 meses de contribuições dos bancos em três anos, além da criação de uma alíquota extraordinária, para cobrir um rombo estimado em R$ 55 bilhões.
O montante bilionário é necessário para honrar o pagamento de CDBs (Certificados de Depósitos Interbancários) aos investidores e cobrir empréstimos emergenciais feitos ao Banco Master e ao Will Bank. Como o estatuto do FGC limita a antecipação a 60 meses, a solução foi um “fatiamento”: o fundo puxará 5 anos de contribuições já em 2026, com aportes adicionais previstos para 2027 e 2028.
A primeira é a antecipação em 60 meses, com aporte previsto para 2026, estimado em cerca de R$ 30 bilhões. Há ainda uma antecipação adicional distribuída em 12 meses de 2027 e 12 meses de 2028, com valor aproximado de R$ 12 bilhões. Além disso, uma alíquota extra de 0,06%, correspondente a um adicional de 50% sobre a taxa anual, deve gerar cerca de R$ 3 bilhões por ano. Nesse contexto, ocorre uma disputa entre o compulsório e o custo bancário, representando uma verdadeira “queda de braço” na definição da estratégia financeira.
Leia mais:
Galípolo diz que caso Banco Master expôs falhas de fiscalização e casamento de ativos
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCPara que o plano saia do papel, os bancos agora aguardam o aval do Banco Central (BC) e do Conselho Monetário Nacional (CMN) para uma manobra contábil: usar os recursos que hoje ficam “parados” no BC (o compulsório) para abastecer o FGC.
Bancos grandes, como S1 e S2, defendem redirecionar o compulsório sobre depósitos à vista, já que esses recursos atualmente não rendem no Banco Central, o que tornaria o impacto sobre seu lucro praticamente nulo.
Por outro lado, bancos médios e pequenos, classificados de S3 a S5, devem arcar com a maior parte da despesa real, pois não possuem grandes volumes de depósitos à vista e, portanto, sentirão mais intensamente o peso da alíquota extraordinária de 0,06% ao ano.
O Banco Central analisa a proposta com cautela. O principal receio do regulador é que esse custo adicional repassado aos bancos acabe se transformando em um aumento do custo do crédito (juros mais altos) para o consumidor final.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Snoopy no Starbucks: quanto vai custar a coleção de Halloween no Brasil?
2
Após morte, cantor Rick deixa suposta herança milionária; veja valor
3
Preços do petróleo caem após notícia de que Arábia Saudita pretende reativar oleoduto estratégico nesta semana
4
Banco Master acumulou bilhões em pré-precatórios ligados a processos nas altas cortes da justiça
5
Daniel Vorcaro reservou mansão de luxo para ministro Nunes Marques no Carnaval de 2025