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CVM torna ‘réus’ o governo do DF e chefe de gabinete de Ibaneis em meio às investigações financeiras entre o BRB e o Banco Master
Publicado 19/11/2025 • 18:55 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 19/11/2025 • 18:55 | Atualizado há 2 meses
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Reprodução/Agência Brasília
Fachada do BRB
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tornou ‘réus’ o governo do Distrito Federal e Juliana Monici, chefe de gabinete do governador Ibaneis Rocha (MDB), em um processo administrativo sancionador relacionado ao Banco de Brasília (BRB). A informação consta no site da autarquia. Ambos já foram formalmente citados, mas os detalhes do processo seguem sob sigilo.
Monici responde na condição de membro do conselho fiscal do Banco de Brasília (BRB), instituição cujo controle acionário é do próprio governo do DF. A nomeação dela já havia sido alvo de uma ação popular neste ano, sob alegação de conflito de interesse e possível prejuízo ao exercício da fiscalização interna do banco.
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O processo ocorre em meio à investigação sobre operações financeiras entre o BRB e o Banco Master. Entre janeiro e maio de 2025, o BRB realizou transferências que, segundo documentos judiciais, motivaram uma ordem determinando o bloqueio de bens no mesmo montante. Em um período mais amplo, essas movimentações totalizaram R$ 16,7 bilhões.
Parte dessas transferências envolve valores destinados ao Master, instituição cuja compra pelo BRB foi rejeitada pelo Banco Central. A decisão levou o BC a comunicar o episódio aos órgãos de investigação competentes.
Nesta terça-feira (18), o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, um dia após o Grupo Fictor manifestar interesse formal na aquisição da instituição. A medida suspendeu todas as operações do banco e colocou seus ativos sob administração especial temporária.
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A Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC procurou a assessoria de imprensa do BRB e do governador do DF, Ibaneis Rocha, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto.
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