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Ouro dispara e lidera rentabilidades em todas as janelas; bitcoin amarga o pior desempenho
Publicado 29/11/2025 • 06:40 | Atualizado há 12 minutos
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Publicado 29/11/2025 • 06:40 | Atualizado há 12 minutos
Getty Images
Ouro
O mês de novembro de 2025 entrou para a história dos mercados brasileiros. Ibovespa, Índice de Dividendos (IDIV) e IFIX encerraram o período em suas maiores pontuações nominais, embalados pelo apetite ao risco e por uma trajetória positiva dos ativos domésticos.
Mas, entre todos os indicadores acompanhados pela Elos Ayta, um ativo voltou a se destacar com folga: o ouro.
Em novembro, o metal precioso registrou valorização de 6,49%, o maior avanço entre os 13 índices analisados. O Ibovespa veio logo atrás, com 6,37%, seguido pelo índice Small Caps, que avançou 6,03%. A leitura é clara: enquanto a renda variável brasileira vive um momento de otimismo, o ouro segue reforçando seu papel clássico como porto seguro, mesmo em ciclos de maior apetite ao risco.
Na outra ponta do ranking, o Bitcoin teve queda expressiva de 17,71%, o pior desempenho do mês. O movimento negativo também afetou os índices atrelados ao dólar: o BDRX recuou 2,41%, o dólar Ptax caiu 0,94%, e o euro Ptax recuou 0,36%.
Quando se amplia a análise para o acumulado de 2025 até novembro, o cenário é ainda mais favorável ao metal. O ouro acumula 61,14% de valorização, disparando na liderança. Nas demais posições do pódio, dois importantes termômetros da bolsa brasileira: Small Caps (35,56%) e Ibovespa (32,25%).

O contraste fica por conta de três índices que registram desempenho negativo no ano:

A performance mais fraca desses indicadores se relaciona, entre outros fatores, à combinação de fortalecimento dos ativos domésticos e à menor procura por proteções em moeda forte no mercado internacional.
Na janela de 12 meses, o ouro mais uma vez assume a liderança, com alta de 59,45%. O Ibovespa ocupa a segunda posição (26,58%), seguido de perto pelas Small Caps (24,94%). A boa performance dos índices de ações brasileiras reforça o ciclo positivo do mercado doméstico no período.
Entre os desempenhos negativos, repetem-se os mesmos protagonistas das janelas anteriores:

Mesmo com a volatilidade intrínseca de ativos globais, o comportamento conjunto mostra uma tendência clara de valorização dos ativos locais em detrimento de investimentos dolarizados.
Os dados reforçam que 2025 tem sido até agora um ano de forte recuperação para a renda variável brasileira, especialmente para empresas de menor capitalização e para índices ligados a dividendos e fundos imobiliários. Ainda assim, a leitura de curto prazo deve sempre ser feita com cautela.
Oscilações de ativos, sejam elas positivas ou negativas, fazem parte da dinâmica natural dos mercados. Qualquer decisão financeira requer análise cuidadosa dos fundamentos das empresas e dos indicadores econômicos relevantes.
Para quem não tem tempo ou expertise para isso, buscar apoio de profissionais qualificados pode ajudar a compreender melhor os riscos e oportunidades. E, como sempre, rentabilidades passadas não representam garantia de retornos futuros.
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