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Dados dos EUA e tensões geopolíticas derrubam preços do petróleo
Publicado 11/12/2025 • 17:46 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 11/12/2025 • 17:46 | Atualizado há 4 meses
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Pixabay
Plataforma de petróleo
Os contratos futuros do petróleo fecharam a sessão em queda nesta quinta-feira (11), apesar do dólar fraco e da elevação nas projeções de demanda da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e da Agência Internacional de Energia (AIE).
O mercado acompanha, também, os desdobramentos de tensões geopolíticas entre os Estados Unidos e Venezuela, além da possível resolução no conflito entre Rússia e Ucrânia.
Os preços da commodity já começaram a sessão em baixa, conforme o mercado ponderava a proposta de paz enviada pela Ucrânia e sem receber apoio do dólar enfraquecido pela decisão do Federal Reserve (Fed) de cortar as taxas de juros na véspera.
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Ao longo da sessão, o petróleo aprofundou perdas após dados americanos mostrarem salto mais forte que o esperado em pedidos de auxílio-desemprego dos EUA, além de importações aquém do previsto na balança comercial.
O movimento ocorreu apesar da elevação nas projeções para demanda global da Opep e da AIE em 2025 e 2026, além de manutenção da previsão de oferta do cartel para o próximo ano e revisão para baixo no cenário da agência internacional. Em nota, a Investec observa que persistem preocupações de sobreoferta, mas que “há considerável incerteza sobre a escala desse excedente”.
Ainda sobre o equilíbrio da balança comercial, o Wall Street Journal citou dados do Vortexa para afirmar que há 1,4 bilhão de barris da commodity a caminho de portos e ainda sem comprador. De acordo com a notícia, o valor representa 24% de alta para a mesma época do ano entre 2016 e 2024.
Em segundo plano, investidores de energia monitoram o acirramento de tensões entre EUA e Venezuela seguindo a apreensão de navio petroleiro. Em resposta, o país latino-americano chamou a ação de “ato de pirataria internacional” e “roubo descarado“.
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