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Bancos centrais promovem maior onda de cortes de juros em 2025 desde a crise financeira
Publicado 05/01/2026 • 10:50 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 05/01/2026 • 10:50 | Atualizado há 2 meses
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Ajay Suresh / Wikimedia Commons
Federal Reserve em Chicago, EUA
Em 2025, os principais bancos centrais do mundo deram início ao ciclo de cortes de juros mais intenso desde a crise financeira global. Ao longo do ano, nove autoridades monetárias das principais moedas reduziram suas taxas de referência em um movimento coordenado para estimular a economia, acumulando 850 pontos-base de afrouxamento em 32 decisões. Trata-se do maior número de cortes desde 2008 e da maior redução acumulada desde 2009.
Entraram nesse movimento o Federal Reserve (Fed), o Banco Central Europeu (BCE), o Banco da Inglaterra e os bancos centrais da Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Suécia, Noruega e Suíça. O Japão foi a exceção entre as grandes economias, ao elevar sua taxa básica duas vezes em 2025.
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O atual ciclo representa uma guinada em relação a 2022 e 2023, quando os juros subiram de forma agressiva para conter a inflação impulsionada, entre outros fatores, pelo choque nos preços de energia após a invasão da Ucrânia pela Rússia.
Os dados mais recentes já indicam perda de ritmo no afrouxamento em 2026 entre as economias avançadas. Em dezembro, dos nove bancos centrais que se reuniram, apenas o Fed e o Banco da Inglaterra cortaram juros, enquanto o Japão voltou a elevar sua taxa.
Nos países em desenvolvimento, porém, o movimento seguiu intenso. Em dezembro, oito bancos centrais de uma amostra da Reuters de 18 economias emergentes — entre elas Turquia, Rússia, Índia, México, Tailândia, Filipinas, Polônia e Chile — promoveram cortes que somaram 350 pontos-base.
Com isso, o total de reduções de juros nas economias emergentes em 2025 chegou a 3.085 pontos-base em 51 movimentos, bem acima dos 2.160 pontos registrados em 2024 e no maior ciclo de flexibilização desde pelo menos 2021.
No sentido oposto, esses mercados também acumularam 625 pontos-base de aumentos no ano, menos da metade do aperto observado em 2024.
(* Com informações da Reuters)
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