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Stablecoins de real superam R$ 20 bilhões e ganham força no câmbio corporativo
Publicado 15/01/2026 • 12:15 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 15/01/2026 • 12:15 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O mercado de stablecoins pareadas ao real registrou crescimento acelerado em 2025, impulsionado principalmente pelo uso empresarial em operações de câmbio. Para falar sobre o tema, o programa Cripto Brasil conversou com Renato Valente, sócio da Iporanga Ventures, que apresentou os principais dados do novo estudo da gestora.
“Em 2024, circularam cerca de 1 bilhão de dólares em stablecoins de real. No relatório mais recente, esse volume saltou para mais de 4 bilhões de dólares, acima de 20 bilhões de reais”, disse Valente, ao destacar a expansão de quatro vezes em um ano.
Segundo o executivo, o avanço mostra que as stablecoins deixaram de ser um nicho e passaram a atender demandas concretas da economia real. Ele afirmou que a tendência é de continuidade do crescimento, ainda que seja difícil estimar o ritmo exato.
Leia também: Cripto Brasil destaca tokenização de ativos, futuro dos IPOs e passagem de Vitalik Buterin pelo Brasil
“A maior diferença foi a entrada de empresas usando stablecoins para resolver problemas de câmbio de forma mais rápida, barata e disponível 24 por 7”, afirmou. Ele ressaltou que a tecnologia tem sido adotada sobretudo por companhias com operações internacionais.
Valente explicou que o uso institucional responde pela maior parte do volume. De acordo com o estudo, entre 80% e 84% das transações envolvem empresas que fazem remessas internacionais, recebem recursos do exterior ou realizam pagamentos em moedas diferentes.
“Esse dinheiro precisa circular em real. A stablecoin local traz mais estabilidade e reduz a exposição à volatilidade cambial”, disse. Ele destacou que, embora as stablecoins de dólar já tenham escala global, as moedas locais são essenciais para o dia a dia das economias.
Para o sócio da Iporanga Ventures, a regulação também tende a impulsionar o mercado. Ele avaliou que regras mais claras dão segurança para bancos e instituições financeiras adotarem a tecnologia.
“A clareza regulatória destrava o mercado. Depois, os ajustes vêm”, afirmou. Valente concluiu que a tokenização do dinheiro é um caminho sem volta e que o crescimento das stablecoins de real deve seguir forte nos próximos anos.
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