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GOL mira voos longos com Airbus A330 e testa rotas para Europa e EUA em 2026
Publicado 02/02/2026 • 07:10 | Atualizado há 4 horas
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Publicado 02/02/2026 • 07:10 | Atualizado há 4 horas
KEY POINTS
A GOL Linhas Aéreas pode estar preparando uma mudança estratégica relevante em seu modelo operacional ao avançar em planos para voos de longa distância e avaliar, pela primeira vez, a utilização de aeronaves Airbus de grande porte, movimento que sinaliza uma nova etapa de crescimento internacional sob o guarda-chuva do grupo Abra.
Em 2025, o controlador da companhia firmou um acordo com a lessora Avolon para o leasing de cinco Airbus A330neo, com entregas previstas para 2026. O contrato foi assinado pela GOL, que demonstrou interesse em operar os jatos, embora a decisão final sobre a alocação das aeronaves pertença ao grupo controlador, que também comanda a Avianca.
Dados preliminares da temporada de verão do hemisfério norte de 2026 da IATA (S26) apontam que a GOL solicitou e obteve slots em Guarulhos para potenciais operações diárias rumo a Lisboa, Paris (Charles de Gaulle), Londres (Heathrow) e Roma, além de Orlando e Miami, nos Estados Unidos.
Os pedidos preveem início das operações em 1º de junho de 2026, com vigência até 24 de outubro, e incluem a faixa de voos G38000 a G38021.
Executivos do setor observam, porém, que pedidos de slots são não vinculantes e representam apenas a primeira etapa regulatória para o lançamento de rotas, o que permite revisões estratégicas conforme as condições de mercado.
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A eventual entrada do A330 marca um ponto de inflexão para a GOL, cuja frota é quase integralmente composta por Boeing 737, adequados para voos regionais e continentais. A adoção de widebodies ampliaria a capacidade da empresa de competir no mercado de long haul, hoje dominado no Brasil por Azul, LATAM e TAP.
Nos pedidos apresentados às autoridades aeroportuárias, aparece o modelo A330-300ceo, com 298 assentos, configuração típica de operações intercontinentais de médio custo por assento. O número coincide com layouts utilizados por concorrentes que operam a versão mais moderna, o A330-900neo, justamente o modelo contratado pela Abra junto à Avolon.
Fontes do setor ressaltam que a troca do tipo de aeronave após a alocação de slots é prática comum e que a GOL poderia ajustar o equipamento conforme disponibilidade e rentabilidade das rotas.
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Outra hipótese considerada é o uso da espanhola Wamos Air, empresa do Grupo Abra especializada em contratos do tipo ACMI, modelo em que a companhia contratante paga por aeronave, tripulação, manutenção e seguro.
A utilização desse formato permitiria à GOL testar mercados intercontinentais com menor exposição financeira inicial, evitando investimentos elevados em treinamento, certificação e integração de frota própria no curto prazo, abordagem frequente em fases exploratórias de expansão.
O fato de os pedidos partirem de Guarulhos, e não do Galeão, onde a GOL vem expandindo operações domésticas, sugere que a companhia pode estar priorizando conectividade corporativa e fluxo internacional premium a partir de São Paulo, principal polo de demanda para voos de longa distância no país.
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