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Roma começa a cobrar entrada na Fontana di Trevi para conter turismo em massa
Publicado 02/02/2026 • 11:04 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 02/02/2026 • 11:04 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
A prefeitura de Roma iniciou nesta segunda-feira (2) a cobrança de ingresso para visitantes que desejam se aproximar da Fontana di Trevi, um dos cartões-postais mais famosos do mundo. A taxa é de € 2 por pessoa e faz parte de uma estratégia para financiar a gestão turística e reduzir a pressão do turismo de massa sobre o centro histórico.
O monumento barroco, eternizado no filme La Dolce Vita, de Federico Fellini, atrai milhares de visitantes diariamente e vinha enfrentando congestionamentos constantes, dificultando a circulação e a preservação do local.
Turistas passaram a acessar a área cercada após o pagamento, enquanto grande parte da praça continua livre para quem prefere observar a fonte à distância.
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Segundo Alessandro Onorato, secretário municipal de turismo, a medida pode render ao menos € 6 milhões por ano aos cofres públicos.
Parte dos recursos será usada para financiar 25 funcionários responsáveis pelo controle de acesso e orientação dos visitantes, além de custear programas que ampliem a entrada gratuita de moradores de Roma em museus da cidade.
Alguns visitantes elogiaram a nova dinâmica. A polonesa Agata Harezlak afirmou que o valor é simbólico diante da importância artística da obra. Já o britânico Phillip Willis disse ter ficado satisfeito por conseguir tirar fotos sem a multidão ao redor.
Apesar da cobrança, muitos turistas continuam preferindo permanecer fora da área tarifada, aproveitando a vista da praça sem pagar.
Roma se junta a outras cidades europeias que vêm adotando modelos de cobrança seletiva ou taxas turísticas para lidar com o excesso de visitantes, financiar manutenção de patrimônios históricos e equilibrar o impacto econômico do turismo com a qualidade de vida local.
Especialistas avaliam que iniciativas desse tipo devem se tornar mais frequentes em destinos altamente procurados, especialmente após a retomada acelerada das viagens internacionais.
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