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Bônus de executivos: entenda citação da CVM envolvendo a CVC

Publicado 02/02/2026 • 10:29 | Atualizado há 2 meses

KEY POINTS

  • Na última semana, uma investigação realizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), apontou um esquema de fraude envolvendo a CVC.
  • As acusações assinadas em dezembro de 2025 foram reveladas neste ano e apontam valores milionários.
  • A CVM é uma entidade federal que fiscaliza e garante que os procedimentos adotados pelas empresas estejam dentro da transparência esperada.
Luiz Fernando Fogaça

Foto: Reprodução

Bônus de executivos: como funcionava o esquema citado pela CVM

Na última semana, uma investigação realizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), apontou negligência envolvendo a CVC e o ex-CEO da empresa. As acusações assinadas em dezembro de 2025 foram reveladas neste ano e apontam valores milionários.

A CVM acusa o ex-CEO da CVC Brasil, Luiz Fernando Fogaça, de negligenciar R$ 362 milhões em pagamentos de bônus a executivos, algo teria ocorrido enquanto integrava a gestão da empresa de turismo.

Leia mais: CVM acusa ex-CEO da CVC por fraude contábil de R$ 362 milhões

Apuração da CVM

A Comissão de Valores Imobiliários é uma entidade federal que fiscaliza e garante que os procedimentos adotados pelas empresas estejam dentro da transparência esperada.

Segundo a CVM e confirmado pela Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, a fraude envolve a inclusão de bônus fictícios ou com valores anormais para os executivos da empresa, justificados nos balanços da CVC, entre 2015 e 2019.

Essa movimentação fraudulenta aponta inconsistência contábeis no balanço da empresa de turismo, chegando ao valor de R$ 362 milhões. Antes de CEO, Luiz Fernando Fogaça atuou como CFO (diretor financeiro) da CVC.

Acusações

A apuração realizada pela CVM indica que falhas já haviam sido detectadas pelos próprios controles internos da CVC em um momento anterior, porém a denúncia formal foi finalizada apenas neste ano, o que abre caminho para novos desdobramentos envolvendo o ex-CEO.

O processo investiga a possível violação de deveres ou a prática de fraude por administradores da CVC Brasil. O caso segue em tramitação pelo número 19957.007223/2022-41.

Leia mais: Quem é o ex-CEO da CVC acusado de fraude contábil de R$ 362 milhões?

Reprodução: CVM
Reprodução: CVM
Reprodução: CVM

Consequências das investigações

Mesmo o processo de fraude envolvendo o ex-CEO e outros funcionários da empresa que não atuam mais internamento, as ações da CVC na B3, bolsa brasileira, já haviam sido alvos de quedas em 2020, quando caso começou a vir a público.

Atualmente, as ações da CVC (CVCB3) giram em torno de R$ 2,54, equivalente a apenas 6,7% do valor registrado no fim de 2019, quando as ações valiam R$ 37,69, antes do impacto da crise no setor aéreo.

Em janeiro de 2019, as ações chegaram a atingir R$ 55,48, mas passaram a acumular quedas no valor. Na sexta-feira (30), as ações registram uma alta de 13,90%.

Andamento do processo

Com o processo em andamento, a CVM deve continuar a investigação e conduzir o julgamento com base nas provas apresentadas. As movimentações ilegais podem gerar multas consideráveis e proibição na atuação no mercado de capitais entre os envolvidos.

Em comunicado encaminhado ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, a defesa da CVC afirmou o seguinte:

“A defesa de Luiz Fernando Fogaça esclarece que foi instaurado um processo administrativo sancionador pela CVM para apuração de responsabilidade por suposta falta de diligência na supervisão da contabilidade da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. Fogaça reafirma que sempre exerceu suas funções com observância rigorosa dos deveres legais e das melhores práticas de governança corporativa. Está plenamente convicto de que atuou de forma diligente e responsável durante sua gestão e apresentará sua defesa no curso regular do processo administrativo, demonstrando que suas decisões foram pautadas por critérios técnicos e pela boa-fé. Por fim, destaca que o processo se encontra em fase inicial, por suposta falta de diligência, sem qualquer julgamento.”

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