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Do trainee à presidência: a executiva que ajudou o Grupo Sabin a se destacar na medicina diagnóstica
Publicado 28/03/2026 • 06:30 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 28/03/2026 • 06:30 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
A trajetória de Lídia Abdalla no Grupo Sabin é um caso emblemático de sucessão interna e fortalecimento de cultura organizacional. Em entrevista para a âncora Christiane Pelajo no quadro Protagonistas (assista ao vídeo acima) a executiva relembrou sua chegada a Brasília como farmacêutica bioquímica recém-formada em 1999, ingressando no grupo como trainee.
Hoje, à frente de uma estrutura com mais de 7.000 colaboradores e faturamento na casa de R$ 1,6 bilhão BRL, Lídia destaca que o profundo conhecimento da operação e a curiosidade técnica foram fundamentais para que as fundadoras, Janete Vaz e Sandra Costa, a escolhessem para profissionalizar a gestão a partir de 2014.
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Sob o comando de Abdalla, o grupo deixou de ser uma operação focada no Distrito Federal para alcançar presença em 14 estados, além da capital federal. A decisão estratégica de diversificar o portfólio — incluindo diagnóstico por imagem, imunização e a plataforma digital de atenção primária Rita Saúde — foi o que permitiu ao Sabin acompanhar a mudança no perfil do consumidor, que hoje busca centralizar suas necessidades de saúde em um único local. “A diversificação traz riscos, mas foi a grande virada para nos tornarmos o terceiro maior grupo de medicina diagnóstica do Brasil”, pontuou a presidente.
Um dos maiores diferenciais competitivos da empresa, segundo a executiva, é a composição de seu quadro funcional. Com 77% de colaboradoras mulheres, o Sabin mantém 74% de sua liderança ocupada pelo público feminino, um número significativamente superior aos 25% a 30% observados na média do mercado para alta gestão.
Lídia defende que a diversidade não é apenas uma questão ideológica, mas uma ferramenta de lucratividade e competitividade. No Sabin, o acolhimento à maternidade é tratado como um pilar de retenção de talentos, combatendo o paradigma de que a carreira deve ser interrompida após a chegada dos filhos.
A executiva também compartilhou lições pessoais sobre o conceito de lifelong learning (aprendizado contínuo), ressaltando que buscou especializações em finanças e gestão mesmo após atingir o topo da carreira.
Para ela, a competência comportamental mais crítica para mulheres que almejam o protagonismo é o autoconhecimento aliado ao equilíbrio emocional. Segundo Lídia, essas ferramentas são essenciais para construir a autoestima necessária para assumir grandes projetos e decisões de alto impacto sem hesitação.
Ao olhar para o futuro em 2026, o Grupo Sabin foca na consolidação de sua reputação nacional pós-pandemia, utilizando a tecnologia como facilitadora do acesso à saúde. Para a presidente, ser protagonista da própria história significa ter a capacidade de decidir onde estar, integrando os sucessos profissionais com a simplicidade da vida pessoal e familiar.
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