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Moody’s mantém nota máxima da Hypera e projeta redução do endividamento em 2026
Publicado 05/02/2026 • 11:43 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 05/02/2026 • 11:43 | Atualizado há 3 meses
A Moody’s Local Brasil publicou, nesta quarta-feira (4), um novo relatório de acompanhamento sobre a Hypera S.A. (HYPE3), reiterando o rating de crédito de longo prazo em AAA.br — o patamar mais alto da escala nacional. A agência manteve a perspectiva estável para a companhia, sinalizando confiança na capacidade de execução da gigante farmacêutica em um ano considerado de transição estratégica.
De acordo com o documento, o foco central da análise para 2026 recai sobre o processo de desalavancagem financeira. A Moody’s projeta que a relação entre dívida bruta e EBITDA da Hypera deve oscilar entre 3,0x e 4,0x ao longo deste ano. Essa métrica é acompanhada de perto pelo mercado após as mudanças na política de prazos de pagamento feitas pela empresa em 2025, que visaram melhorar a saúde do capital de giro.
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O relatório aponta que a Hypera deve apresentar uma normalização da receita em 2026, com crescimento estimado entre 7% e 10%. A agência destaca que a empresa está em uma posição privilegiada para converter lucros em caixa livre, impulsionada pela otimização de estoques e pela redução do prazo médio de recebimento junto aos distribuidores.
Outro ponto de destaque no comentário da agência é o pipeline de inovação. A Moody’s identifica a expiração da patente da semaglutida (substância base de medicamentos como Ozempic e Wegovy) como um catalisador importante para a Hypera. A entrada da companhia nesse segmento é vista como um trunfo estratégico para sustentar as margens operacionais e consolidar sua liderança no mercado brasileiro.
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A manutenção da nota máxima reflete a forte posição competitiva da Hypera, que detém um portfólio diversificado de marcas líderes e uma robusta infraestrutura de distribuição. Segundo a agência, o rating AAA.br é sustentado pela resiliência do setor farmacêutico e pelo histórico da administração em navegar cenários macroeconômicos desafiadores. Embora a alavancagem ainda seja monitorada, a perspectiva estável indica que a Moody’s não prevê alterações na nota de crédito nos próximos 12 a 18 meses, desde que a companhia mantenha sua trajetória de recuperação de margens e controle do endividamento conforme o planejado.
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