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Fim da escala de trabalho 6×1 provoca sinal de alerta no setor supermercadista
Publicado 26/02/2026 • 20:30 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 26/02/2026 • 20:30 | Atualizado há 2 meses
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Tânia Rêgo / Agência Brasil
A possível substituição da escala 6×1 por um novo modelo de jornada de trabalho acendeu um sinal de alerta no setor supermercadista. Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Marcio Milan, qualquer mudança aprovada sem discussão aprofundada com o setor pode gerar aumento de despesas operacionais e efeitos diretos sobre o valor final pago pelo consumidor.
De acordo com o executivo, o tema passou a ser monitorado com maior intensidade desde o fim de 2024, quando começaram as discussões mais estruturadas no Congresso. Desde então, empresas associadas vêm conduzindo simulações internas e análises técnicas para dimensionar os impactos de uma eventual alteração na jornada.
Na avaliação de Milan, o supermercado não absorve aumentos de custos de forma isolada. “Se a decisão vier desacompanhada de diálogo, o impacto pode ser grande. O varejo alimentar não forma preço sozinho; custos mais altos tendem a ser repassados”, afirmou, destacando a sensibilidade do setor a despesas com folha de pagamento e contratações adicionais.
Leia também: Estoques no varejo encolhem em fevereiro, aponta FecomercioSP
Algumas redes já iniciaram projetos-piloto para testar o funcionamento do modelo 5×2, alternativa que tramita no Congresso Nacional. As análises consideram ajustes em escalas, reforço de equipes e possíveis mudanças na rotina das lojas, especialmente em períodos de maior movimento.
A discussão ganhou novo impulso nesta semana. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), declarou considerar “muito viável” a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala atual, desde que respeitado o quórum constitucional exigido.
Motta afirmou ainda que o Legislativo não pode atuar apenas em favor de uma “pequena elite” e defendeu que o debate seja conduzido com equilíbrio e diálogo com os setores impactados, incluindo empregadores e trabalhadores.
(*Com informações do Estadão Conteúdo)
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