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IGP-10 sobe 2,94% em abril e inverte queda registrada em março
Publicado 15/04/2026 • 16:40 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 15/04/2026 • 16:40 | Atualizado há 1 hora
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Foto: Freepik
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O IGP-10 registrou alta de 2,94% em abril, revertendo a queda de 0,24% anotada em março. Com o resultado, o índice acumula avanço de 2,57% no ano e de 0,56% nos últimos 12 meses. Os dados são da Fundação Getulio Vargas.
Em abril do ano passado, o IGP-10 havia recuado 0,22% no mês e acumulava alta de 8,71% em 12 meses.
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A aceleração do índice tem origem direta nos desdobramentos do conflito no Oriente Médio. Matheus Dias, economista do FGV IBRE, explica que os efeitos da guerra vão além dos derivados de petróleo e atingem insumos de vários setores da economia.
“O ácido sulfúrico e os adubos ou fertilizantes registraram elevações de 29% e 6,8%, respectivamente”, afirmou o economista. Fatores sazonais também pesaram, com o tomate apresentando alta de cerca de 20% tanto no IPA quanto no IPC.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo registrou a maior pressão do mês, com alta de 3,81%, após queda de 0,39% em março.
O destaque ficou com as Matérias-Primas Brutas, que saltaram de -1,11% em março para 7,01% em abril. Os Bens Intermediários também avançaram 1,95%, revertendo a queda de 0,33% do mês anterior. Os Bens Finais subiram 1,15%, acima dos 0,59% de março.
O IPC subiu 0,88% em abril, ante 0,03% em março. Sete das oito classes de despesa que compõem o índice registraram aceleração.
Transportes liderou o movimento, com alta de 2,31%, vindo de 0,06% no mês anterior. A gasolina foi apontada pelo FGV IBRE como a principal influência. Alimentação também acelerou, passando de 0,37% para 1,41%. Apenas Comunicação desacelerou, de 0,11% para 0,03%.
O INCC avançou 0,88% em abril, acima dos 0,29% de março. Os três grupos que compõem o índice aceleraram em conjunto.
Materiais e Equipamentos saíram de 0,28% para 0,98%. Serviços avançaram de 0,25% para 0,83%. Mão de Obra subiu de 0,31% para 0,77%. Segundo Dias, os reajustes de combustíveis e derivados de petróleo afetaram indiretamente produtos como cimento, massa de concreto e bloco de concreto, todos com elevado consumo de transporte.
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