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Violência não deve governar o mundo, alerta chefe de direitos humanos da ONU
Publicado 27/02/2026 • 09:40 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 27/02/2026 • 09:40 | Atualizado há 3 horas
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"Não podemos retornar à violência como princípio organizador", afirmou Volker Türk ao atualizar sobre a situação dos direitos humanos.
O chefe de direitos humanos da ONU expressou, nesta sexta-feira (27), sua preocupação com a normalização do uso da força para resolver disputas e alertou que o aumento dos conflitos está criando um “deserto de direitos humanos“.
“Não podemos retornar à violência como princípio organizador“, afirmou Volker Türk ao apresentar uma atualização sobre a situação dos direitos humanos no mundo.
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O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos alertou que “a ameaça e o uso da força para resolver disputas estão se tornando mais frequentes e normalizados“.
“O número de conflitos armados quase dobrou desde 2010, chegando a cerca de 60″, disse ao Conselho de Direitos Humanos da ONU. Além disso, enfatizou que “o mundo está se tornando um lugar mais perigoso. Ninguém em sã consciência quer isso“.
Türk alertou que uma das principais causas da tendência é a competição cada vez mais implacável pelo poder em detrimento dos direitos humanos. “Os atores estão competindo pelo controle de terras, energia e atenção. Mas com que propósito?”, questionou.
“Dominar a economia global? Acumular mais poder? Colocar inteligência artificial no espaço? O poder deve servir a outros propósitos“, destacou.
Sob o mesmo ponto de vista, Türk criticou os líderes que “usam o poder para fins próprios, explorando e subjugando”. Segundo Türk,”desconcertante que os líderes políticos não estejam tomando medidas urgentes para reverter as tendências atuais“.
Alguns estão até mesmo “atacando as instituições criadas para nos manter seguros: as Nações Unidas, incluindo a Corte Internacional de Justiça; o Tribunal Penal Internacional; este Conselho e seus mecanismos”, denunciou.
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Türk também lamentou uma aparente dessensibilização às violações do direito internacional.
Ele lembrou que, há uma década, “um ataque a um hospital provocaria uma indignação global (…) mas dados recentes mostram que agora há uma média de 10 ataques a serviços de saúde por dia”.
“O mundo não pode ficar de braços cruzados enquanto o direito internacional humanitário e o sistema de direitos humanos são desmantelados diante de nossos olhos“, ressaltou.
Leia mais: ONU alerta para avanço da “lei do mais forte” e erosão de direitos
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