Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
PF vê melhora com Mendonça e critica decisões anteriores no caso Banco Master
Publicado 27/02/2026 • 13:30 | Atualizado há 2 meses
OpenAI admite limitações da parceria com Microsoft e mira mercado corporativo dominado pelo Claude
“Extorsão mundial”: Donald Trump acusa Irã e anuncia bloqueio no Estreito de Ormuz
China oferece 10 medidas para Taiwan após visita de líder da oposição a Pequim
Bloqueio naval ou bombardeio: as ameaças de Trump ao Irã após fracasso em Islamabad
Geração Z adulta ainda depende dos pais: 64% recebem ajuda financeira, aponta Wells Fargo
Publicado 27/02/2026 • 13:30 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Delegados da Polícia Federal avaliam que a condução do inquérito sobre o Banco Master ganhou mais previsibilidade sob a relatoria do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. A percepção foi apresentada nesta sexta-feira (27) pela Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF).
Segundo o diretor da entidade, Edvandir Felix de Paiva, há um sentimento interno de maior tranquilidade entre os investigadores com a mudança no comando do caso.
“Internamente me parece que o pessoal está mais tranquilo, está mais confortável”, afirmou o delegado.
A investigação havia sido conduzida anteriormente pelo ministro Dias Toffoli, cujas decisões foram classificadas pela entidade como “atípicas”.
Leia também: Justiça bloqueia ações do BRB ligadas ao Banco Master e à Reag
De acordo com a ADPF, algumas determinações do relator anterior teriam interferido no andamento das apurações e nas prerrogativas da equipe de investigação.
Entre os pontos citados estão a realização de acareações antes da coleta formal de depoimentos, com perguntas previamente definidas, além da lacração de celulares apreendidos e da escolha de peritos para análise do material.
Para Paiva, esse conjunto de medidas levou a associação a se posicionar publicamente, mesmo sem acesso integral ao conteúdo da investigação.
“O conjunto de decisões nos levou a nos manifestar… porque entendemos que estava prejudicando o bom andamento da investigação”, disse.
Ao comentar a atuação de Mendonça, o delegado destacou a expectativa de que o processo siga parâmetros considerados regulares.
“Não queremos que o ministro siga tudo o que a polícia quer, mas que siga decisões normais. Se indeferir, que fundamente”, afirmou.
Leia também: Caso Master: Hugo Motta defende Toffoli e critica “exagero” da mídia
Além da avaliação sobre o caso, a ADPF também criticou o texto do projeto de lei antifacção aprovado na Câmara dos Deputados nesta semana.
Segundo Paiva, a proposta concentra esforços no aumento de penas, mas não avança no fortalecimento das investigações, especialmente no âmbito federal.
“Só aumento de pena não resolve o problema. Se você não tiver condições de descobrir o crime, vai aplicar a pena em quem?”, questionou.
O projeto prevê o reforço de recursos para polícias estaduais e municipais, mas não amplia o orçamento da Polícia Federal. Também ficaram de fora medidas consideradas estratégicas pela corporação, como regras para infiltração de agentes em organizações criminosas e aprimoramento na produção de provas.
Na avaliação da entidade, o combate ao crime organizado exige não apenas endurecimento das punições, mas também estrutura operacional para investigação, sob risco de comprometer a efetividade das ações.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
BTG vendeu R$ 6,7 bi em CDBs do Master, sumiu no escândalo e agora caso está na Justiça
2
Naming rights do Allianz Parque darão ao Nubank mídia paga por concorrentes
3
Banco Genial na mira: MP pede 90 dias para concluir inquérito que liga Faria Lima ao PCC
4
Oncoclínicas recorre à Justiça para barrar cobrança antecipada de dívidas
5
Sob pressão financeira na Cimed, João Adibe recusa acordo de R$ 81 mil em caso envolvendo obra de mansão de luxo