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Petróleo

Navios russos desafiam proibição dos EUA e seguem para Cuba

Publicado 20/03/2026 • 12:58 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Cuba está há cerca de três meses sem importar petróleo após sanções americanas que isolaram o fornecimento de combustível à ilha
  • Petroleiro russo Anatoly Kolodkin com 730 mil barris de petróleo bruto deve ser a primeira importação de Cuba em meses
  • Apagões frequentes, racionamento de energia e colapso nos serviços básicos marcam a crise energética em Cuba
Navio-sonda que está perfurando o poço Pitu Oeste, para a produção de petróleo. Petróleo em alta abre espaço para mais dividendos de petroleiras brasileiras.

Foto: Agência Petrobras.

Navio-sonda que está perfurando o poço Pitu Oeste, para a produção de petróleo

Cuba enfrenta uma grave crise energética e econômica após uma série de medidas dos Estados Unidos que praticamente interromperam o fornecimento de petróleo estrangeiro ao país. A ilha caribenha depende fortemente da importação de combustíveis, mas barcos carregados com petróleo e derivados deixaram de chegar há meses por causa das sanções e da pressão de Washington para isolar economicamente o governo cubano.

Apesar desse cenário, navios russos com combustíveis estão seguindo rumo a Cuba, desafiando o que muitos chamam de bloqueio americano. Um petroleiro russo chamado Anatoly Kolodkin, transportando cerca de 730 mil barris de petróleo bruto, está a caminho da ilha e deve atracar em cerca de 10 dias — o que seria a primeira importação de petróleo ao país em aproximadamente três meses. Outro navio, identificado como Sea Horse e com bandeira de Hong Kong, carrega cerca de 200 mil barris de diesel, também rumando ao destino caribenho.

A crise foi intensificada depois que os Estados Unidos reduziram drasticamente o fornecimento de petróleo venezuelano a Cuba, em grande parte pela pressão de Washington sobre Caracas, além de tentar impedir que outros países substituam a Venezuela como fornecedor energético da ilha.

O impacto da falta de combustível é profundo: apagões frequentes, racionamento de energia, interrupções em serviços básicos e restrições nos transportes têm afetado a vida da população cubana.

O governo dos EUA também publicou regras que proíbem Cuba de receber ou negociar petróleo de origem russa sob certas licenças emitidas pelo Tesouro americano, como parte de uma tentativa de controlar o fluxo global de energia e manter pressão sobre Havana.

Em meio à crise energética, as autoridades cubanas afirmaram estar negociando com o governo dos Estados Unidos para tentar aliviar os efeitos do bloqueio e evitar um colapso ainda maior, embora os detalhes dessas conversas não tenham sido totalmente divulgados.

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