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Tarifas dos EUA pesam mais sobre empresas e consumidores do país, aponta BCE

Publicado 30/03/2026 • 13:55 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Estudo do BCE indica que empresas e consumidores dos EUA absorvem a maior parte do custo das tarifas, com apenas 5% recaindo sobre companhias estrangeiras.
  • Consumidores já arcam com cerca de um terço do impacto, proporção que pode superar metade no longo prazo.
  • Aumento de 10% nas tarifas pode reduzir importações em 4,3%, segundo o relatório.
Um estudo do Banco Central Europeu (BCE) aponta que os custos das tarifas impostas pelo governo de Donald Trump recaem majoritariamente sobre empresas e consumidores dos Estados Unidos, e não sobre companhias estrangeiras. O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (30).

Os custos das tarifas impostas pelo governo de Donald Trump recaem majoritariamente sobre empresas e consumidores dos Estados Unidos, e não sobre companhias estrangeiras. É o que diz o estudo do Banco Central Europeu (BCE) divulgado nesta segunda-feira (30).

Segundo o relatório, apenas 5% do impacto das tarifas é absorvido por empresas de fora dos EUA, enquanto o restante é distribuído ao longo da cadeia de preços doméstica, atingindo principalmente agentes econômicos do próprio país.

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Atualmente, os consumidores já suportam cerca de um terço do custo tarifário, refletindo o repasse gradual das tarifas para os preços finais.

O BCE avalia que esse movimento tende a se intensificar. Caso as tarifas permaneçam em vigor por mais tempo, empresas norte-americanas devem transferir uma parcela ainda maior dos custos aos consumidores.

De acordo com o estudo, no longo prazo essa participação pode ultrapassar metade do impacto, à medida que as empresas esgotarem sua capacidade de absorver os custos adicionais.

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Ainda assim, parte relevante continuará sendo absorvida pelas próprias companhias. O relatório estima que as empresas americanas podem arcar com cerca de 40% dos custos das tarifas mais elevadas no horizonte mais longo.

Apesar de o maior impacto recair sobre os Estados Unidos, o estudo destaca que exportadores europeus também são afetados, ainda que de forma indireta.

Nesse contexto, o BCE projeta que um aumento de 10% nas tarifas levaria a uma queda de 4,3% no volume de importações nas categorias de produtos ainda sujeitas às medidas.

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