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Vale registra marcas históricas na exploração de cobre e níquel e avança no minério de ferro
Publicado 17/04/2026 • 09:47 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 17/04/2026 • 09:47 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
A Vale fechou o primeiro trimestre de 2026 com avanço nos três principais metais de seu portfólio e marcas históricas em cobre e níquel. Os dados constam do relatório de produção e vendas do 1T26, divulgado nesta quinta-feira (16) pela mineradora.
A produção de cobre totalizou 102,3 mil toneladas, alta de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior e o melhor resultado para um primeiro trimestre desde 2017. O níquel atingiu 49,3 mil toneladas, crescimento de 12% na comparação anual e o maior volume para um primeiro trimestre desde 2020. No minério de ferro, a produção chegou a 69,7 milhões de toneladas, avanço de 3%, com vendas no nível mais alto para um primeiro trimestre desde 2018.
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No minério de ferro, o crescimento foi puxado pelo Sistema Sudeste, que registrou alta de 3,1 milhões de toneladas em relação ao 1T25, chegando a 19,2 milhões de toneladas no trimestre. O desempenho ocorreu mesmo com níveis de precipitação acima da média e uma interrupção de cinco dias nas operações ferroviárias.
O S11D, maior mina de minério de ferro do mundo, atingiu a maior produção para um primeiro trimestre de sua história, com 19,9 milhões de toneladas. Brucutu também alcançou o melhor resultado de 1T desde 2018, após a ativação da quarta e quinta linhas de processamento.
As vendas de minério de ferro totalizaram 68,7 milhões de toneladas, alta de 3,9% sobre o 1T25. O prêmio all-in, ajustado pelo índice de 61% de teor de ferro, chegou a US$ 6,2 por tonelada, crescimento de 29% em relação ao mesmo período do ano anterior. O preço médio realizado dos finos ficou em US$ 95,8 por tonelada.
A produção de pelotas subiu 14%, para 8,2 milhões de toneladas, reflexo do melhor desempenho das plantas de pelotização de Tubarão. Uma nota de atenção: as plantas de Omã foram paralisadas em meados de março para manutenção anual, com retomada esperada apenas para o final do terceiro trimestre, em função de restrições logísticas relacionadas ao conflito no Oriente Médio. O pellet feed originalmente destinado a Omã será redirecionado para Tubarão, sem impacto no guidance de 2026.
A produção de cobre foi o destaque do trimestre em termos de marcas históricas. O resultado de 102,3 mil toneladas foi puxado por Sossego, que registrou alta de 13 mil toneladas em relação ao 1T25, chegando a 29 mil toneladas, o segundo melhor desempenho de primeiro trimestre da operação. A unidade acelerou o ritmo de processamento para maximizar a produção antes de uma manutenção planejada de 110 dias do moinho SAG no segundo semestre de 2026.
Salobo manteve estabilidade operacional, com 52,8 mil toneladas. No Canadá, a produção recuou 2,2 mil toneladas, afetada por tempestades de neve em Sudbury e uma manutenção não planejada em Clarabelle, ambas já encerradas.
O preço médio realizado do cobre ficou em US$ 13.143 por tonelada, alta de 47,8% em relação ao 1T25, impulsionado por preços mais altos na LME e por ajustes positivos de precificação final.
No níquel, a produção de 49,3 mil toneladas foi sustentada por dois vetores principais. O segundo forno de Onça Puma operou durante todo o trimestre, levando o ativo ao maior volume de produção no primeiro trimestre de sua história, com 8,9 mil toneladas. Em Voisey’s Bay, a estabilidade das minas subterrâneas sustentou um recorde de produção na refinaria de Long Harbour no período.
As vendas de níquel totalizaram 44,8 mil toneladas, alta de 15,2% sobre o 1T25. O volume ficou 4,5 mil toneladas abaixo da produção, reflexo da formação de estoques para atender compromissos de vendas durante as manutenções previstas nas refinarias no segundo trimestre. O preço médio realizado foi de US$ 17.015 por tonelada, alta de 13,3% em relação ao 4T25.
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