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Gigante do petróleo prevê reabertura total de Ormuz só no 2º semestre de 2026
Publicado 24/04/2026 • 18:21 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 24/04/2026 • 18:21 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
A normalização completa do Estreito de Ormuz, rota central para o comércio global de energia, não deve ocorrer tão cedo. A avaliação é da Baker Hughes, uma das maiores e mais influentes empresas de serviços para o setor de petróleo do mundo, que projeta reabertura integral apenas no segundo semestre de 2026.
Durante teleconferência de resultados do primeiro trimestre, o diretor financeiro Ahmed Mogal afirmou que a companhia espera continuidade do conflito entre Estados Unidos e Irã ao menos até o fim de junho.
Segundo ele, o estreito provavelmente continuará operando de forma limitada por vários meses.
A leitura da Baker Hughes encontra respaldo entre executivos do setor energético. Pesquisa do Federal Reserve de Dallas com quase 100 líderes de petróleo e gás mostrou que quase 80% acreditam que Ormuz não será reaberto antes de agosto ou depois.
Leia também: Bolsas da Europa fecham em queda com temores sobre diálogo EUA-Irã e Estreito de Ormuz
O levantamento também indicou que mais de 80% dos participantes consideram novas interrupções na rota como algo provável ou muito provável.
O CEO da Baker Hughes, Lorenzo Simonelli, afirmou que o conflito com o Irã transformou o risco geopolítico em fator estrutural para os mercados de energia. “O risco geopolítico se tornou uma realidade estrutural para os mercados de petróleo e gás”, disse.
Segundo ele, o fechamento parcial do estreito afetou 10% dos volumes globais de petróleo e retirou do mercado 20% da oferta mundial de gás natural liquefeito (GNL).
Simonelli afirmou que esse cenário deve manter pressão adicional sobre os preços. “Isso provavelmente resultará em prêmios de risco persistentes para os preços do petróleo e do GNL”, declarou.
Leia também: EXCLUSIVO CNBC: CEO da Dow diz que gargalo no Estreito de Ormuz pode levar vários meses para ser resolvido
Antes da guerra, cerca de 20% do petróleo global passava pelo corredor marítimo de Ormuz, tornando a região uma das rotas comerciais mais importantes do planeta. Segundo o texto, o Irã conseguiu estrangular exportações ao atacar navios-tanque, provocando a maior interrupção de oferta de petróleo da história.
Mesmo com cessar-fogo frágil, o fluxo de embarcações continua reduzido à medida que o conflito entra na oitava semana. Estados Unidos e Irã também apreenderam navios comerciais ao tentarem impor bloqueios rivais dentro e ao redor do estreito, o que mantém a insegurança para o transporte marítimo internacional.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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