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Fusão de bancos na Itália esquenta com a Mediobanca mirando a Banca Generali
Publicado 28/04/2025 • 12:19 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 28/04/2025 • 12:19 | Atualizado há 11 meses
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Pixabay
O banco italiano Mediobanca, que está lutando para se proteger de uma aquisição hostil por um rival, anunciou nesta segunda-feira (28) uma oferta de 6,3 bilhões de euros (US$ 7,2 bilhões) para comprar a empresa de gestão de patrimônio Banca Generali.
A Mediobanca planeja usar sua participação de 13,1% na maior seguradora da Itália, a Generali, para financiar a aquisição da subsidiária do grupo, a Banca Generali, informou a empresa em um comunicado.
“A combinação entre as duas empresas criará um líder de mercado europeu”, afirmou a Mediobanca.
A Mediobanca está tentando se proteger de uma aquisição hostil pela Banca Monte Paschi di Siena (MPS), apoiada pelo governo, enquanto o setor bancário italiano vive uma onda de ofertas hostis.
A oferta da Mediobanca estipula que, caso não consiga adquirir no mínimo 50% mais uma das ações da Banca Generali, abandonará a proposta de aquisição.
A empresa afirmou que a aquisição faria com que suas receitas de gestão de patrimônio dobrassem para dois bilhões de euros, e esses lucros aumentariam quatro vezes, atingindo 800 milhões de euros.
Em comunicado, a Mediobanca declarou que a aquisição “transformaria a relação entre a Mediobanca e a AG de uma relação financeira para uma forte parceria industrial”.
Em janeiro, a Mediobanca rejeitou uma oferta de 13,3 bilhões de euros da MPS, que contava com o apoio do governo da primeira-ministra Giorgia Meloni.
O conselho da Mediobanca classificou a oferta como “desprovida de justificativa industrial e financeira” e, portanto, “destrutiva” para o banco.
A MPS, o banco mais antigo do mundo, queria criar um grupo bancário para rivalizar com os dois maiores do país, Intesa Sanpaolo e Unicredit.
A MPS foi resgatada pelo governo italiano em 2017, quando estava à beira da falência, e Roma se tornou seu principal acionista.
As ações da Banca Generali subiram 7,5% nas negociações matinais, enquanto a MPS ganhou 3,1%, a Mediobanca subiu 0,6% e a Generali caiu quase 2%.
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