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Operadora do aeroporto de Guarulhos retoma negociação para tentar evitar recuperação judicial
Publicado 14/06/2025 • 11:59 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 14/06/2025 • 11:59 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
A Invepar, que controla a GRU Airport, concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos, retomou as conversas com credores para evitar o caminho da recuperação judicial. A ideia é aprovar um novo standstill, que protege a empresa de aceleração de suas dívidas pelos credores, e trabalhar em um acordo, segundo pessoas a par do assunto ouvidas pelo Estadão/Broadcast. As dívidas em renegociação somam R$ 1,5 bilhão.
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Uma assembleia de acionistas para votar o pedido de recuperação judicial, realizada nesta quinta-feira, (12), foi suspensa. Os termos de um acordo devem ser costurados até o final da próxima segunda-feira, 16, quando expira a proteção contra credores (cautelar) obtida pela companhia na Justiça. Na mesma data, a Invepar teria de apresentar um pedido de recuperação judicial, extrajudicial ou algum outro plano.
Em nota, a Invepar afirmou que a Assembleia Geral Extraordinária de acionistas, por unanimidade, deliberou pela suspensão dos trabalhos, ficando designada a data de 16 de junho de 2025, às 18h, ou antes, caso seja necessário, para a retomada dos trabalhos.
Segundo fontes, a empresa deverá pedir mais tempo e alinhar conversas com o Mubadala Capital, veículo de investimento do fundo soberano de Abu Dabhi, que é credor de metade de R$ 650 milhões de debêntures emitidas pela companhia. O Mubadala pediu o vencimento antecipado das dívidas.
O restante das debêntures estão com os fundos de previdência Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras) e Funcef (Caixa), que não votam em temas relacionados as debêntures porque são também acionistas da Invepar.
O vencimento antecipado foi pedido em razão do descumprimento de obrigações previstas no contrato por dois meses, da ordem de R$ 30 milhões, envolvendo o repasse de dividendos da Lamsa, a Linhas Amarelas do Rio de Janeiro, e de parte dos recursos levantados com a venda da participação de 4,73% no VLT Carioca para a Motiva (ex-CCR), concluída em março deste ano.
Além dos debenturistas, a companhia tem dívidas oriundas da concessão já extinta da rodovia BR-040, que liga Juiz de Fora a Brasília, com Bradesco, Itaú, Banco do Brasil.
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