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Aumento da tarifa: saiba até quando é possível pagar o preço antigo no transporte de SP
Publicado 05/01/2026 • 12:11 | Atualizado há 2 semanas
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Publicado 05/01/2026 • 12:11 | Atualizado há 2 semanas
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Fernando Frazão/ Agência Brasil
O transporte público de São Paulo opera nesta segunda-feira (5) no último dia antes do reajuste das tarifas, movimento que volta a pressionar o custo de mobilidade urbana em meio ao debate sobre inflação de serviços e subsídios públicos. A partir desta terça-feira (6), a tarifa dos ônibus municipais sobe de R$ 5 para R$ 5,30, enquanto o bilhete do trem e do Metrô passa de R$ 5,20 para R$ 5,40.
Apesar do aumento nominal, usuários do Bilhete Único poderão postergar o impacto do reajuste ao antecipar recargas até as 23h59 desta segunda-feira. Os créditos adquiridos dentro do prazo permanecem válidos com a tarifa antiga, funcionando, na prática, como um mecanismo temporário de proteção ao consumidor frente à alta de preços.
Segundo a SPTrans, o limite de recarga é de até 200 tarifas no Vale-Transporte, o equivalente a R$ 1.000 e 100 tarifas no Bilhete Único Comum, totalizando R$ 500. Os créditos têm validade de 180 dias. Após esse período, ou com o esgotamento do saldo, as novas recargas passam a refletir os valores atualizados.
Leia mais: Banco Mundial injeta US$ 500 milhões no transporte urbano do Brasil
O reajuste foi anunciado em dezembro pelo Governo de São Paulo e pela Prefeitura de São Paulo, que defendem a medida como necessária para preservar a sustentabilidade financeira do sistema, garantir investimentos operacionais e manter padrões de segurança e qualidade do serviço.
A Prefeitura argumenta ainda que a correção ficou abaixo da inflação acumulada do setor. Segundo a administração municipal, entre 2020 e 2025 houve apenas uma atualização tarifária de 13,6%, enquanto o IPC-Fipe do Transporte Coletivo avançou 40,31% no período. “A correção para R$ 5,30 representa menos da metade da inflação acumulada em cinco anos”, afirmou a gestão, reforçando que a política tarifária segue ancorada no controle de custos e no subsídio público.
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