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Vorcaro presta depoimento pós-Carnaval e caso Banco Master avança no Congresso
Publicado 18/02/2026 • 07:50 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 18/02/2026 • 07:50 | Atualizado há 3 semanas
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Reprodução
A quebra de sigilo deu um novo rumo às investigações e revelou uma rede de contatos que inclui empresários, políticos e até ministros do STF.
A retomada dos trabalhos do Congresso Nacional após o Carnaval começa com um foco claro. O avanço das investigações envolvendo o Banco Master deve dominar a agenda da CPMI do INSS, elevando a pressão política e trazendo novas incertezas para o ambiente econômico.
O caso, que mistura suspeitas de fraudes, movimentações financeiras e relações institucionais, passa a ser tratado como uma das principais frentes de investigação do Legislativo neste início de ano.
O empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, será ouvido em dois momentos estratégicos que podem redefinir os rumos das investigações.
Na terça-feira (24), o banqueiro deve prestar depoimento ao grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que acompanha o caso sob a ótica financeira e regulatória.
Dois dias depois, na quinta-feira (26), Vorcaro será ouvido pela CPMI do INSS, colegiado que investiga descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas e que passou a incluir o banco no escopo das apurações.
A expectativa, segundo interlocutores do Congresso, é de que o depoimento traga esclarecimentos sobre a estrutura financeira investigada e possíveis conexões com outros agentes.
Leia também: Caso Banco Master: defesa de Vorcaro nega pedido de nulidade no STF após troca de relator
A CPMI também intensificou a pressão por acesso a documentos relacionados ao banqueiro. O presidente da comissão, senador Carlos Viana, solicitou ao Supremo Tribunal Federal o compartilhamento de informações obtidas a partir da quebra de sigilos bancário, fiscal e telefônico de Vorcaro.
Segundo o parlamentar, os dados são considerados fundamentais para consolidar provas já reunidas e permitir o avanço do relatório final.
A disputa por essas informações revela uma tensão crescente entre os Poderes, com o Legislativo buscando ampliar seu acesso a dados que hoje estão concentrados no Judiciário.
Leia também: STF determina afastamento de servidores da Receita por acesso ilegal a dados sigilosos
Além da CPMI do INSS, o caso Banco Master também entrou na pauta da CPI do Crime Organizado, que deve analisar uma série de requerimentos relacionados ao tema.
Entre os pedidos estão a convocação de Vorcaro e de Augusto Ferreira Lima, conhecido como Guga Lima, ex-sócio do banco.
A comissão também avalia convidar autoridades como o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ampliando o alcance das investigações para o campo regulatório.
O avanço das investigações ocorre em um momento de maior sensibilidade política. O caso Banco Master passou a envolver discussões sobre regulação financeira, atuação de órgãos de controle e relações institucionais, temas que impactam diretamente a confiança do mercado.
A presença do caso em diferentes comissões do Congresso indica que a apuração deixou de ser apenas jurídica e passou a ter um peso político relevante.
Para o ambiente de negócios, o desdobramento dessas investigações pode influenciar a percepção de risco e a atuação de agentes do sistema financeiro.
A centralidade do Banco Master na agenda do Congresso reforça uma tendência que vem se consolidando. Em momentos de maior tensão institucional, o Legislativo amplia seu papel de fiscalização, especialmente em casos com potencial impacto econômico.
Com depoimentos estratégicos e disputa por informações, a CPMI do INSS deve se tornar um dos principais palcos dessa dinâmica nas próximas semanas.
Para investidores e empresas, o cenário exige atenção. O avanço das investigações pode trazer novos elementos que afetem não apenas o debate político, mas também o funcionamento do mercado financeiro.
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