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‘Senado não se curva a abusos financeiros’, diz Renan sobre a criação de grupo para acompanhar caso Master
Publicado 16/01/2026 • 17:05 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 16/01/2026 • 17:05 | Atualizado há 10 meses
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Tom Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo
Senador Renan Calheiros
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) oficializou, nesta quinta-feira (15), a criação de um grupo de trabalho dedicado a acompanhar as investigações sobre o Banco Master. A medida foi formalizada pela Instrução Normativa n° 1/2026, assinada pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), presidente do colegiado.
O foco central é apurar irregularidades no sistema financeiro, incluindo a suposta fraude de R$ 12,2 bilhões na venda de carteiras de crédito da instituição para o Banco de Brasília (BRB).
Em pronunciamento nas redes sociais, Renan Calheiros classificou o caso como uma das maiores fraudes da história e garantiu que o Senado Federal não aceitará abusos. O parlamentar afirmou que a comissão vai fiscalizar e cobrar explicações de forma rigorosa, reforçando que o objetivo é proteger a economia sem oferecer blindagem a nenhum envolvido.
A CAE do Senado vai acompanhar de perto as fraudes do Banco Master, uma das maiores da história. O Senado não se curva a abusos do sistema financeiro. Vamos fiscalizar, cobrar explicações e proteger a economia do país sem blindar quem quer que seja, esteja onde estiver.
— Renan Calheiros (@renancalheiros) January 15, 2026
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O movimento ocorre após o Banco Central ter determinado a liquidação extrajudicial do Master no último mês de novembro.
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Siga o Times | CNBCO grupo é composto pelos senadores Alessandro Vieira, Damares Alves, Eduardo Braga, Esperidião Amim, Fernando Farias, Leila Barros e Randolfe Rodrigues. De acordo com o documento oficial, os membros possuem prerrogativas para apresentar requerimentos de convocação de autoridades, solicitar informações sigilosas e elaborar novas propostas legislativas.
A atuação do grupo deve dar suporte político às apurações que correm na esfera judicial e nos órgãos de controle financeiro.
As atividades do grupo de trabalho terão início imediato, com a missão de detalhar como o esquema financeiro operou para evitar novos danos ao erário público. A fiscalização deve focar especialmente na transparência das operações entre bancos públicos e instituições privadas sob intervenção.
Com a estrutura montada, o Senado espera acelerar a entrega de relatórios que podem fundamentar futuras ações civis e criminais contra os gestores responsáveis pelo colapso da instituição.
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