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Ambiente ainda é próspero para criptomoedas no Brasil, diz CEO da ABCripto
Publicado 18/07/2025 • 20:23 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 18/07/2025 • 20:23 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Apesar da instabilidade causada pelo novo pacote de tarifas anunciado por Donald Trump, o cenário brasileiro para ativos digitais ainda é considerado promissor. Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o CEO da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto), Bernardo Srur, explicou que desde 2022, o país já conta com uma base legal que atrai investidores, mesmo diante da instabilidade externa.
“O cenário de incertezas econômicas colocado pelo tarifaço gera um grande campo de dúvidas para investimentos, mas o ambiente continua muito próspero, dado o processo regulatório e a segurança jurídica que temos no Brasil”, afirmou.
De acordo com o executivo, a sanção da Lei Genius nos Estados Unidos, que estabelece regras para emissão e operação de stablecoins, também deve influenciar positivamente no mercado global. “Os Estados Unidos não tinham nenhum tipo de regulamentação ainda sobre criptoeconomia, mas em menos de sete meses avançaram em passos largos. A criação de regras claras traz uma previsibilidade jurídica muito relevante”.
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Srur também comentou o atual comportamento do mercado diante das incertezas econômicas. “O que nós vemos em cenários de crise é que o Bitcoin começa a ser buscado como porto seguro, especialmente por sua facilidade de compra, fracionamento e velocidade nas transações. Vem ganhando esse espaço como ouro digital”.
Mesmo com a movimentação internacional, o impacto para o investidor brasileiro de varejo ainda é limitado. “Para a pessoa física que investe em cripto no Brasil, essa lei americana não muda muita coisa, mas ela traz legitimidade e segurança jurídica para empresas americanas e internacionais que operam com stablecoins. Isso fortalece a confiança geral no ecossistema e pode impulsionar investimentos futuros”, disse o especialista.
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Siga o Times | CNBCSrur apontou que a regulamentação no Brasil também deve avançar nos próximos meses: “Estamos respondendo consultas públicas do Banco Central e esperamos que, entre setembro e outubro, sejam publicadas as primeiras regras de autorização para empresas atuarem com criptoativos”.
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