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Brasil soma quase 600 mil ONGs, gera 2,7 milhões de empregos, mas 85% não têm funcionários
Publicado 18/12/2025 • 11:45 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 18/12/2025 • 11:45 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
Agência Gov
O Brasil tinha 596,3 mil unidades de Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos (Fasfil) em atividade em 2023, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O universo de fundações privadas e associações sem fins lucrativos cresceu 4% em relação a 2022, com a criação de 23 mil novas entidades em apenas um ano. Mais de um terço dessas organizações — 210,7 mil unidades (35,3%) — eram entidades religiosas. Em seguida aparecem aquelas ligadas a cultura e recreação (89,5 mil; 15%), desenvolvimento e defesa de direitos (80,3 mil; 13,5%), associações patronais e profissionais (69,5 mil; 11,7%) e assistência social (54 mil; 9%).
As áreas de educação e pesquisa somavam 28,9 mil entidades (4,8%), enquanto meio ambiente e proteção animal reuniam 5,5 mil (0,9%). O segmento de habitação representava apenas 626 organizações (0,1%), e outros ramos institucionais respondiam por 49,1 mil unidades (8,2%).
O Sudeste concentra a maior parcela dessas organizações, com 43,2% do total, seguido pelo Nordeste (22%) e pelo Sul (19,5%), evidenciando a distribuição regional desigual do setor.
Leia também: IBGE: A expectativa de vida do brasileiro é a maior já registrada; confira a evolução
No mercado de trabalho, o número de pessoas assalariadas nas Fasfil cresceu 3,3% em 2023, com a criação de 87 mil novos postos formais, totalizando 2,7 milhões de trabalhadores. A remuneração média foi de 2,8 salários mínimos, o equivalente a R$ 3.630,71, alta de 5,4% em relação a 2022.
As mulheres representavam 68,9% do pessoal ocupado, mas recebiam apenas 81% da remuneração média dos homens, evidenciando uma desigualdade salarial de gênero no setor.
Apesar do volume expressivo de entidades, 85,6% das Fasfil (510,6 mil) não possuíam nenhum empregado formalizado em 2023. Já o ramo de Educação e Pesquisa, embora representasse apenas 4,8% das entidades, concentrava 27,7% dos trabalhadores, destacando seu peso econômico e empregador desproporcional dentro do setor.
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