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Combustíveis sobem, mas Brasil fica atrás de EUA e Europa em reajustes
Publicado 14/05/2026 • 18:33 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 14/05/2026 • 18:33 | Atualizado há 5 meses
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O Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep) publicou nesta quinta-feira (14) a 36ª edição do seu Boletim de Preços, analisando os desdobramentos da crise no mercado internacional de petróleo após mais de dois meses das ofensivas militares conduzidas por Estados Unidos e Israel contra o Irã, além do fechamento do Estreito de Ormuz.
De acordo com o estudo, as tensões geopolíticas continuam sustentando a valorização do petróleo e ampliando as preocupações relacionadas à segurança energética mundial e aos impactos econômicos em diferentes países. Ainda assim, o levantamento destaca que o mercado brasileiro tem sentido efeitos mais moderados do que os observados nos Estados Unidos, na União Europeia e na média internacional.
Segundo o Ineep, essa diferença está ligada às características do sistema de abastecimento e da política de preços adotada no Brasil, influenciadas tanto por medidas implementadas pelo governo federal quanto pela atuação da Petrobras.
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Siga o Times | CNBCOs dados referentes a abril mostram que o barril do petróleo manteve patamar elevado, com média próxima de US$ 118, acima do nível registrado no início do conflito. No mercado interno, o diesel continuou sendo o combustível mais impactado, devido à dependência de importações e à sua relevância para o transporte e a logística.
Apesar disso, o ritmo de aumento dos combustíveis perdeu força no período, com exceção do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), que apresentou reajustes mais tardios. O diesel, que havia subido 16,2% em março, avançou 5,1% em abril. Já a gasolina passou de alta de 4,6% para 2,3%, enquanto o GLP registrou elevação de 3,2%. O etanol, por sua vez, permaneceu estável no mês.
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