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DECISÃO 2026: horário de votação mudou; Entenda por que Zanin ampliou o prazo em todo o Brasil
Publicado 25/10/2026 • 17:30 | Atualizado há 17 minutos
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Publicado 25/10/2026 • 17:30 | Atualizado há 17 minutos
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Foto: Creative Commons
1. Cristiano Zanin atribuiu ao Tribunal Superior Eleitoral a responsabilidade de cumprir a determinação em todas as seções eleitorais do país
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou neste domingo (25) que as seções eleitorais de todo o Brasil recebam votos por mais duas horas durante o segundo turno das Eleições 2026. Com a decisão, o encerramento da votação passou das 17h para as 19h, pelo horário de Brasília.
A medida foi tomada após uma solicitação apresentada pela coligação Brasil Pronto Pra Mais, ligada à campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O pedido inicial tratava de dificuldades no transporte público em municípios da Bahia, mas a determinação do magistrado passou a valer em todo o território nacional.
A coligação questionou a disponibilidade de veículos para transportar eleitores até os locais de votação em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas. A campanha argumentou que a oferta insuficiente de transporte poderia prejudicar o exercício do voto e contrariar entendimentos anteriores do STF sobre o tema.
Ao avaliar o caso, Zanin considerou a urgência da situação e decidiu ampliar o alcance da medida. A execução da ordem ficou sob responsabilidade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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A solicitação apresentada pela campanha de Lula também mencionou dificuldades de deslocamento em outras regiões do país. A petição encaminhada à Justiça Eleitoral citou ocorrências em estados como São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Roraima, Piauí, Paraíba, Pará, Paraná e Rio de Janeiro.
Entre os problemas relatados estavam a circulação reduzida de ônibus, a demora para conseguir transporte e obstáculos ao acesso à gratuidade em linhas intermunicipais. Em São Paulo, a petição apontou que a frota em operação estaria abaixo do previsto, apesar de uma determinação judicial relacionada ao serviço na capital.
Em Alagoas, o documento mencionou a falta de veículos complementares, como vans e micro-ônibus, além de filas prolongadas. Já em Roraima, a campanha relatou dificuldades para atender comunidades indígenas devido ao descumprimento de rotas previstas para o transporte de eleitores.
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Siga o Times | CNBCTambém foram citadas queixas sobre a circulação de coletivos na Paraíba e problemas de deslocamento em municípios do Rio de Janeiro e na região do Marajó, no Pará. Os registros fazem parte das alegações apresentadas pela coligação, e não de uma conclusão judicial sobre cada ocorrência.
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A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, também solicitou ao TSE a ampliação do horário de votação em localidades afetadas por condições climáticas adversas.
O pedido envolveu municípios de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. Em território mineiro, a solicitação abrangeu Belo Horizonte, Poços de Caldas e cidades da Região Metropolitana da capital que tivessem locais de votação sem fornecimento de energia elétrica.
No Rio Grande do Sul, a campanha apontou dificuldades em São Borja, Itaqui e Uruguaiana, municípios atingidos por chuvas e pela cheia do rio Uruguai.
A solicitação apresentada pela equipe de Flávio Bolsonaro foi motivada por situações que poderiam comprometer o acesso dos eleitores às urnas. O pedido, no entanto, tinha como foco localidades específicas, enquanto a decisão de Zanin estabeleceu a extensão do período de votação em escala nacional.
Nos pedidos apresentados à Justiça Eleitoral, as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro citaram problemas distintos, que incluíam a oferta de ônibus, os efeitos das chuvas e a falta de energia em locais de votação durante as Eleições 2026.
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