Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Dólar sobe a R$ 5,15 antes de “Superquarta” e com sessão no STF
Publicado 15/09/2026 • 18:56 | Atualizado há 34 minutos
Nvidia e Anthropic divergem sobre segurança da IA; Huang diz que escolher entre velocidade e cautela é uma “falsa escolha”
Sarah Friar, diretora financeira da OpenAI, enfatiza a necessidade de levar a segurança a sério em relação aos riscos da IA
Musk pede que principais laboratórios de I.A e empresas chinesas testem modelos umas das outras em meio a pedidos de desaceleração
Wall Street avalia impacto de possível desaceleração da I.A na expansão de data centers
Rendimento dos Treasuries de 10 anos sobe ao maior nível desde 2007 com aumento das apostas em alta de juros pelo Fed
Publicado 15/09/2026 • 18:56 | Atualizado há 34 minutos
KEY POINTS
PxHere
O dólar encerrou a terça-feira (15), em alta de 0,14% ante o real, a R$ 5,1551, após oscilar entre altas e baixas durante a manhã. A moeda chegou a R$ 5,1270 na mínima e a R$ 5,1626 na máxima, acompanhando o comportamento do dólar no exterior.
A alta do petróleo ganhou força ao longo da tarde, com o Brent voltando a se aproximar de US$ 110 por barril. O movimento ampliou as preocupações com a inflação às vésperas da decisão do Federal Reserve (Fed) sobre os juros. Nos dois primeiros pregões da semana, o dólar acumula alta de 0,58% frente ao real. Em setembro, porém, registra queda de 0,48%, depois de subir 2,16% em agosto. No ano, a baixa é de 6,08%.
No mercado externo, o DXY, índice que mede o desempenho do dólar diante de uma cesta de seis moedas fortes, avançava 0,26%, para 99,637 pontos, por volta das 17h. A máxima da sessão foi de 99,687 pontos, enquanto o indicador acumulava alta de 0,55% na semana. No mesmo período, o Brent acumulava valorização próxima de 20% em setembro.
Os investidores também acompanharam a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que avalia a possibilidade de abertura de investigações contra o ministro Alexandre de Moraes no caso relacionado ao Banco Master. Os atritos entre integrantes da Corte geraram desconforto no mercado, mas não foram determinantes para a formação da taxa de câmbio.
Luciano Rostagno, estrategista-chefe da EPS Investimentos, afirmou que o mercado permanece em compasso de espera diante das dúvidas sobre o resultado da reunião do STF. Na avaliação atribuída a ele, um eventual desfecho poderia afetar os preços dos ativos caso alterasse as expectativas relacionadas à eleição.
A sessão foi marcada por confrontos entre ministros. Gilmar Mendes, decano do STF, acusou André Mendonça de ter motivações políticas ao retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal que revelou trocas de mensagens entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. Mendonça rebateu a acusação e disse que Gilmar Mendes estava sendo “leviano”. Dias Toffoli e Nunes Marques declararam-se impedidos de analisar o caso.
Leia mais: Petróleo sobe até 4,4% e ultrapassa US$ 108 após ataques à infraestrutura saudita
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCRostagno também afirmou que a crise no STF, especialmente as acusações envolvendo Moraes, aparentemente impulsionou a candidatura de Flávio Bolsonaro. Segundo essa avaliação, o movimento teria contribuído para a recuperação do real em setembro, após a queda registrada em agosto. Investidores consideram a oposição mais inclinada a promover um ajuste fiscal robusto.
Ainda de acordo com Rostagno, pesquisas recentes indicaram Flávio em um momento positivo, o que teria ajudado o real. Na mesma avaliação, embora o petróleo mais caro aumente as preocupações inflacionárias, a valorização da commodity favorece os termos de troca e contribui para manter o real relativamente comportado, mesmo diante de uma percepção maior de risco.
Para a “superquarta”, o cenário mais provável é de uma elevação de 0,25 ponto percentual dos juros pelo Federal Reserve, acompanhada de um novo corte de 0,25 ponto percentual da Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Em tese, essa combinação seria negativa para o real por reduzir o diferencial de juros entre Brasil e exterior e, consequentemente, a atratividade do carry trade.
Mauricio Une, economista-chefe do Rabobank para a América do Sul, afirmou em relatório que o banco projeta o dólar a R$ 5,35 no fim de 2026. A estimativa está associada à expectativa de redução do diferencial entre os juros brasileiros e estrangeiros ao longo de 2026, a uma eventual recuperação do dólar no mercado global, à fragilidade fiscal doméstica e ao contexto eleitoral.
Pela manhã, o Banco Central realizou uma operação chamada de “casadão”, com venda de US$ 1 bilhão no mercado à vista, compra do mesmo valor em dólar futuro e oferta de 20 mil contratos de swaps cambiais reversos.
A operação não interfere diretamente na taxa de câmbio, mas tende a reduzir a pressão sobre o cupom cambial, definido como a taxa de juros em dólar.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Além da esposa de Moraes, Vorcaro também pagou Temer, Mantega, Lewandowski, Jaques Wagner, ACM Neto e Ratinho Jr
2
Quebra de sigilo coloca em xeque notas oficiais de Moraes
3
Fachin avalia abrir investigação contra Moraes antes de levar afastamento ao plenário
4
iOS 27 é lançado hoje: veja quais iPhones recebem a nova atualização da Apple
5
No evento do Iphone Duo protagonista, a Apple apresentou a Siri com um recurso assustador embarcado no Apple Watch