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Brasil tem queda na desigualdade em educação, emprego e meio ambiente
Publicado 28/08/2025 • 23:44 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 28/08/2025 • 23:44 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Fila do emprego em São Paulo.
Rovena Rosa/Agência Brasil
O Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades lançou nesta quinta-feira (28), em Brasília, o terceiro Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2025, produzido pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Do total de 43 indicadores analisados, 25 registraram avanços nos últimos dados disponíveis, com destaque para resultados relacionados a meio ambiente, trabalho, educação e saúde.
Embora apenas três indicadores da nova edição do relatório tenham apresentado retrocessos — relacionados à saúde e a condições de moradia —, oito indicadores não registraram mudanças significativas.
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Apesar da melhora em alguns aspectos, as análises divulgadas mostram que as desigualdades de raça/cor, gênero e entre regiões brasileiras persistem no país.
No evento, o deputado Pastor Henrique Vieira (PSOL–RJ) comentou as consequências das desigualdades no Brasil, que não devem ser normalizadas. Para ele, os dados do estudo devem resultar em planejamento de ações para reverter as discrepâncias evidenciadas. “Isso não são números. São pessoas, histórias, memórias, mulheres, trabalhadores e crianças que precisam de um país justo, solidário, fraterno, democrático e soberano.”
Durante a apresentação do documento na Câmara dos Deputados, o representante do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, o sociólogo Clemente Ganz Lúcio, destacou que as desigualdades brasileiras são estruturais em várias dimensões e, por isso, representam um “problema dramático”.
Ele avaliou ainda que, mesmo nos processos de melhorias verificados, os avanços permanecem lentos. Ganz Lúcio destacou os objetivos do trabalho:
“O Observatório tenta registrar a performance de indicadores que materializam, de um lado, um diagnóstico perverso de desigualdade estrutural em várias dimensões, que queremos permanentemente mostrar para a sociedade. De outro lado, buscamos, anualmente, trazer resultados que mostrem como estamos conseguindo, gradativamente, superar [essas diferenças].”
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