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FGC aciona garantia após liquidação extrajudicial da Will Financeira; entenda como funciona
Publicado 21/01/2026 • 14:40 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 21/01/2026 • 14:40 | Atualizado há 3 semanas
KEY POINTS
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou nesta quarta-feira (21) o acionamento do seu mecanismo de garantia após a liquidação extrajudicial da Will Financeira.
Com a decisão, depositantes e investidores elegíveis passam a ter direito à cobertura do FGC, conforme as regras do fundo. Os pagamentos serão feitos com base nos dados que ainda serão consolidados pelo liquidante nomeado pelo Banco Central, com apoio do FGC. A quantidade de clientes e o valor final a ser desembolsado só serão divulgados após essa etapa.
O valor estimado para pagamento gira em torno de R$ 6,3 bilhões. Esse montante, no entanto, pode ser revisto, já que a instituição integra o conglomerado Master, o que pode limitar o acesso de parte dos clientes à garantia.
Leia também: Will Financeira e Will Bank são a mesma coisa? Entenda
De acordo com o FGC, clientes que aplicaram em produtos elegíveis antes da aquisição da Will Financeira pelo Banco Master, em 21 de agosto de 2024, têm a garantia preservada de forma individual. A partir de 22 de agosto de 2024, os valores passam a ser consolidados por CPF ou CNPJ entre as instituições do conglomerado, respeitando o limite de R$ 250 mil. Quem já atingiu esse teto em liquidações anteriores do Banco Master, Banco Master de Investimento ou Letsbank não terá valores adicionais a receber.
Não há prazo legal para o início dos pagamentos. Em liquidações recentes, o intervalo entre o decreto e o começo dos desembolsos variou de 30 a 60 dias. O FGC afirma que os esforços estão concentrados em concluir a consolidação das informações no menor tempo possível.
A cobertura do FGC garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, considerando o total de depósitos e créditos por instituição ou conglomerado, além de um teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos. Entre os instrumentos cobertos estão conta corrente, poupança, CDB, LCI e LCA.
Leia também: Banco Central liquida braço do Banco Master após suspensão da Mastercard
O pagamento não é automático. Os credores precisam manifestar interesse após a liberação do sistema. Pessoas físicas farão o pedido pelo aplicativo do FGC, enquanto pessoas jurídicas deverão usar o site da entidade. Todo o processo será digital, com assinatura eletrônica e biometria.
Valores que excederem o limite de cobertura não são garantidos pelo FGC e permanecem sujeitos ao processo de liquidação da Will Financeira, no qual o credor passa a integrar a massa como credor quirografário, sem garantia de recebimento.
Questões que não envolvam o pagamento da garantia, como quitação de empréstimos ou faturas de cartão de crédito, devem ser tratadas diretamente com a instituição em liquidação, por meio dos canais oficiais do Will Bank.
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