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Tarifaço vai atingir 35,9% das exportações brasileiras, o equivalente a US$ 14,5 bi, afirma MDIC
Publicado 31/07/2025 • 17:59 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 31/07/2025 • 17:59 | Atualizado há 10 meses
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Pixabay
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgou nesta quinta-feira (31) um levantamento preliminar sobre os efeitos da ordem executiva assinada pelo governo dos Estados Unidos em 30 de julho, que impôs tarifas adicionais de até 50% a produtos importados do Brasil.
A tarifa adicional de 50% incidirá sobre 35,9% das exportações brasileiras, equivalentes a US$ 14,5 bilhões (R$ 80,76 bilhões) em 2024. Já 19,5% das vendas brasileiras para os EUA, totalizando US$ 7,9 bilhões (R$ 44 bilhões), estão sujeitas a tarifas específicas já aplicadas a todos os países com base em segurança nacional (Seção 232), como autopeças (25%) e aço (50%), e, portanto, não serão afetadas pela nova medida.
De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), aproximadamente 44,6% das exportações brasileiras para os EUA em 2024 estão expressamente excluídas da medida e não sofrerão a tarifa adicional, correspondendo a US$ 18 bilhões (cerca de R$ 100 bilhões, na cotação atual). Entre os produtos liberados estão aviões, celulose, suco de laranja, petróleo e minério de ferro.
Leia mais:
Tarifas dos EUA podem reduzir exportações brasileiras em até 35%, diz líder da BMJ Consultoria
O MDIC destacou que 64,1% das exportações brasileiras para os EUA continuam competindo em condições semelhantes às de outros países no mercado americano. Além disso, produtos já embarcados no Brasil até sete dias após a publicação da ordem executiva foram excluídos da majoração tarifária.
O levantamento é preliminar e os dados ainda podem ser ajustados conforme a lista detalhada de produtos afetados seja divulgada.
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