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‘O Pix é um ecossistema vivo que permite inovar o tempo todo’, diz CEO da PagBrasil
Publicado 17/11/2025 • 15:15 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 17/11/2025 • 15:15 | Atualizado há 12 meses
KEY POINTS
Ao completar cinco anos de operação, o Pix se consolida como um dos maiores fenômenos de meios de pagamento do mundo, com 162 milhões de brasileiros utilizando a ferramenta para pagar e receber valores instantaneamente. Para Alex Hoffman, CEO e cofundador da PagBrasil, o sucesso do sistema não se deve apenas às diretrizes regulatórias, mas ao fato de que o mecanismo “funciona muito bem”.
Em entrevista ao Times Brasil — Licencaido Exclusivo CNBC nesta segunda-feira (14), Hoffman destacou que, além dos pilares regulatórios estabelecidos pelo Banco Central (instantaneidade, disponibilidade 24/7, participação obrigatória dos grandes bancos e gratuidade para transferências entre pessoas) existe um fator decisivo: a robustez tecnológica.
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“Eu gosto de mencionar sempre um quinto motivo esquecido. O Pix funciona e ele funciona muito bem. Se ele tivesse esses quatro pilares e não funcionasse praticamente 100% das vezes, as pessoas não teriam adotado”, afirmou.
“O Pix é um ecossistema vivo que permite empresas como a nossa inovarem o tempo todo”, disse. “Outros países tentaram fazer esquemas de pagamentos instantâneos parecidos e não tiveram o mesmo sucesso.”
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Hoffman ressalta que, embora o Banco Central defina a infraestrutura básica, grande parte das inovações surge das empresas do setor. Segundo ele, a evolução do Pix se apoia na iniciativa privada, enquanto o regulador atua quando é necessário padronizar ou organizar novos produtos.
Entre as novidades mais recentes, o executivo vê o Pix Automático, voltado para pagamentos recorrentes, como um marco que ganhará tração nos próximos anos. “Eu acho que 2026 é o ano do Pix Automático. Ele foi lançado em junho, mas as empresas ainda vão entender a importância e adotar”, disse.
Ele cita ainda o Pix Garantido, que permitirá a venda de recebíveis, e a integração entre Open Finance e inteligência artificial para “eliminar a interação humana” em muitos processos de pagamento.
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