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PMI industrial do Brasil sobe a 48,2 pontos em outubro, mas com perda de emprego elevada
Publicado 03/11/2025 • 11:56 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 03/11/2025 • 11:56 | Atualizado há 3 meses
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Máquinas em linha de produção da Mercedes Benz... Leia mais no texto original: (https://www.poder360.com.br/economia/sem-recuperar-perdas-ocupacao-da-industria-cresce-53/) © 2025 Todos os direitos são reservados ao Poder360, conforme a Lei nº 9.610/98. A publicação, redistribuição, transmissão e reescrita sem autorização prévia são proibidas.
O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) sobre a atividade industrial do Brasil subiu a 48,2 pontos em outubro, ante 46,5 em setembro, segundo dados da S&P Global. A leitura abaixo de 50 pontos, porém, ainda indica contração da atividade, e os dados mostraram que no período a perda de emprego do setor foi a mais intensa desde abril de 2023.
Em nota, a diretora associada de Economia da S&P Global, Pollyanna de Lima disse que o mês passado trouxe uma combinação de aspectos positivos e negativos no PMI industrial.
“Entre os principais obstáculos destacou-se o impacto adverso das tarifas dos EUA, que se manifestou em uma aceleração notável da contração dos pedidos internacionais. Além disso, os fabricantes brasileiros reduziram o número de empregos na maior proporção observada em dois anos e meio, indicando uma falta de expectativa de uma recuperação imediata da demanda”, afirmou ela.
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Do lado positivo, há um “otimismo cauteloso” das empresas em relação ao ano que vem, com expectativas de que a produção aumente em conjunto com uma recuperação prevista na demanda, juntamente com possíveis aquisições, investimentos e o lançamento planejado de novos produtos, acrescentou Pollyana.
“Apesar da queda contínua nos novos pedidos e na produção, foi encorajador ver pelo menos a retração da recessão em outubro. Além disso, as empresas encontraram algum alívio na ausência geral de pressões sobre os custos, o que permitiu reduzir os preços dos bens finais em uma tentativa de estimular a demanda”, disse ela.
De acordo com a S&P Global, os fabricantes brasileiros seguem concentrados no gerenciamento de despesas, o que envolve desde cortes de empregos a redução na compra de insumos e esforços para utilizar os estoques existentes, sem reposição imediata.
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