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Emprego no comércio desacelera e fica abaixo dos demais setores, apontam Caged e Pnad
Publicado 28/11/2025 • 22:21 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 28/11/2025 • 22:21 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Agência Brasil
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do IBGE, apontam desaceleração do emprego no comércio.
No Caged, que registra contratações formais, o acumulado de janeiro a outubro somou 218,1 mil vagas, o segundo menor resultado do período pós-pandemia e 18,6% abaixo do observado em 2024 (268 mil). O desempenho também é inferior ao dos demais setores da economia em 2025.
A Pnad Contínua mostra estabilidade na comparação com 2024, com 19,2 milhões de ocupados no comércio e reparação de veículos nos dois anos.
Estrutura do emprego no comércio
O Caged considera varejo, atacado e reparação de veículos dentro do agregado do comércio.
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Desempenho geral do emprego formal no ano
Em outubro, o saldo do Caged foi de 85,1 mil vagas. No acumulado do ano, foram 1,8 milhão de novos postos (+3,8%), com crescimento em todos os setores.
Pnad: desemprego no menor nível da série
Na Pnad Contínua, a taxa de desocupação no trimestre encerrado em outubro foi de 5,4%, a menor da série histórica iniciada em 2012. O número de desempregados ficou em 5,9 milhões, queda de 3,4% no trimestre (menos 207 mil) e de 11,8% em 12 meses (menos 788 mil).
O total de ocupados permaneceu no recorde de 102,5 milhões, enquanto o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado chegou a 39,2 milhões, renovando o recorde.
Segundo a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, “o elevado contingente de pessoas ocupadas nos últimos trimestres contribui para a redução da pressão por busca por ocupação”. Ela acrescentou que, “como resultado, a taxa de desocupação segue em redução”.
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Seguir no GoogleNa atividade que inclui comércio e reparação de veículos, os 19,2 milhões de ocupados representam 18,8% do total do país, ligeiramente abaixo do observado em igual período de 2024 (18,9%). Na comparação anual, apenas áreas ligadas a serviços — transporte e armazenagem, e administração pública — registraram aumento.
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