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Entidades repudiam ameaças de Vorcaro contra jornalista Lauro Jardim
Publicado 04/03/2026 • 18:17 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 04/03/2026 • 18:17 | Atualizado há 2 horas
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Reprodução
Diversas entidades de imprensa divulgaram nesta quarta-feira (4) notas de repúdio após revelações da Polícia Federal sobre um suposto plano do ex-banqueiro Daniel Vorcaro para intimidar o jornalista Lauro Jardim, colunista do O Globo.
As manifestações ocorrem após a deflagração da terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de irregularidades envolvendo o Banco Master. De acordo com mensagens interceptadas pela PF, Vorcaro teria sugerido a um aliado que o jornalista fosse agredido em um assalto forjado.
Leia também: Caso Master: o que significa “sicário”, termo citado em mensagens de Vorcaro?
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifestou solidariedade ao jornalista e classificou o episódio como um ataque à liberdade de expressão. Segundo a entidade, tentar intimidar um profissional da imprensa por meio de violência representa uma prática incompatível com o Estado de Direito.
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), em conjunto com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, afirmou que o caso representa um ataque direto à liberdade de imprensa e ao direito à informação. As organizações também defenderam a apuração rigorosa dos fatos e a responsabilização dos envolvidos.
O grupo Repórteres Sem Fronteiras (RSF) afirmou que as mensagens indicam uma tentativa de intimidar e silenciar o jornalismo. Para a entidade, o episódio ilustra como comportamentos típicos de organizações criminosas podem surgir quando figuras influentes são confrontadas por reportagens de interesse público.
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) classificou como “estarrecedoras” as informações reveladas pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que ameaças ou tentativas de constranger jornalistas em razão do trabalho não podem ser toleradas.
A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) afirmou que os detalhes das investigações revelam um método de violência incompatível com o Estado Democrático de Direito e classificou o episódio como uma agressão não apenas ao jornalista, mas ao direito da sociedade de ser informada.
Já a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) disse que as ameaças são incompatíveis com uma democracia e representam uma violação direta ao Estado de Direito, além de configurar tentativa de intimidação contra a atividade jornalística.
Leia também: Vorcaro é transferido para o CDP de Guarulhos
O jornal O Globo também se manifestou. Em nota, o veículo afirmou que “repudia veementemente as iniciativas criminosas planejadas contra o colunista Lauro Jardim, um dos mais respeitados jornalistas do país”.
“Os envolvidos nessa trama criminosa devem ser investigados e punidos com o rigor da lei. O Globo e seus jornalistas não se intimidarão com ameaças e seguirão acompanhando o caso e trazendo luz às informações de interesse público”, afirmou o jornal.
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