Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
EXCLUSIVO: o que está por trás dos 320 mil contratos irregulares que o INSS demorou para ver
Publicado 17/03/2026 • 20:45 | Atualizado há 6 meses
O TikTok chega ao primeiro acordo estadual sobre alegações de segurança envolvendo adolescentes e concorda com limites de uso
Apple enfrenta processo de US$ 5,7 bilhões por violação de patentes relacionadas à tecnologia do iPhone e do Apple Watch
O que a Paramount prometeu a Hollywood para obter os direitos de exibição da WBD
Coca-Cola contrata Rob Gehring, da Monster, para dirigir operações na América do Norte
Trump e Xi encerram visita de Estado marcada mais por espetáculo do que por acordos
Publicado 17/03/2026 • 20:45 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
A suspensão de novos empréstimos consignados de um banco digital pelo INSS, após uma enxurrada de queixas sobre cobranças indevidas, revelou falhas críticas de controle no setor, afirmou Luís Garcia, advogado e sócio do Tax Group, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Ele ressaltou a demora das autoridades em identificar as irregularidades e proteger os aposentados: “Esperaram 320.000 contratos para se identificar que havia problemas. Quando vimos a problemática do Banco Master sobre o INSS, falávamos também de quase 300.000 contratos, o que demonstra uma falha muito grave de governança e de compliance no acompanhamento desde a origem”, criticou.
Para o advogado, o cenário atual de fiscalização é insuficiente e exige uma postura mais rígida dos órgãos reguladores. “Não identificamos uma capacidade do poder público de fazer uma fiscalização correta. É preciso buscar ao máximo uma padronização do que pode ser oferecido e um acompanhamento rígido por parte de quem dá a concessão, no caso o INSS, utilizando inclusive inteligência artificial para checar requisitos mínimos”, sugeriu.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO especialista também apontou que a falta de clareza nas normas permite que as instituições financeiras operem em zonas cinzentas. “Como não há uma governança clara, a instituição penalizada acaba dizendo que entendia estar dentro das regras e vai questionar judicialmente, o que pode se alongar por muitos anos. Precisamos de regras claras, forte penalização e muita transparência, pois a imagem é um dos principais ativos dos bancos”, explicou.
Luís Garcia alertou ainda para o risco de práticas abusivas, como a venda casada, que afetam consumidores vulneráveis. “Muitas vezes os tomadores acabam aceitando uma série de disposições porque precisam do dinheiro com rapidez e têm pouca capacidade de negociação. No caso do C6, se a auditoria configurar que a instituição sabia que não poderia embutir produtos e o fez, entramos em um cenário de dolo”.
Por fim, ele reforçou que o Banco Central possui ferramentas para mitigar esses riscos, mas precisa ser mais proativo. “O Banco Central pode emitir regras, padrões e penalizar quem não as cumpre. O que preocupa é a quantidade de contratos que ocorrem antes da punição; é necessário acompanhar o cumprimento dessas normas para que situações graves não se repitam no futuro”.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Snoopy no Starbucks: quanto vai custar a coleção de Halloween no Brasil?
2
Após morte, cantor Rick deixa suposta herança milionária; veja valor
3
Preços do petróleo caem após notícia de que Arábia Saudita pretende reativar oleoduto estratégico nesta semana
4
Banco Master acumulou bilhões em pré-precatórios ligados a processos nas altas cortes da justiça
5
Daniel Vorcaro reservou mansão de luxo para ministro Nunes Marques no Carnaval de 2025