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FGC estima pagar 90% dos clientes do Master até 06 de fevereiro
Publicado 06/02/2026 • 13:59 | Atualizado há 2 meses
Publicado 06/02/2026 • 13:59 | Atualizado há 2 meses
Foto: Divulgação/FGC.
FGC protege seu investimento?
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) estima que vai concluir, até esta sexta-feira (6), o pagamento de cerca de 90% dos clientes do Banco Master, instituição que teve suas operações interrompidas. O processo de ressarcimento começou em 19 de janeiro e envolve aproximadamente 800 mil credores.
Segundo o FGC, o volume total de recursos a ser desembolsado no caso do Master é de cerca de R$ 41 bilhões. A maior parte dos pagamentos já foi realizada, restando principalmente pessoas jurídicas e casos considerados mais complexos, como espólios e menores de idade, que exigem documentação adicional.
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O diretor-presidente do FGC, Daniel Lima, reforçou o alerta para golpes que prometem acelerar o pagamento das garantias. De acordo com ele, o fundo não antecipa ressarcimentos nem contrata intermediários para operacionalizar os depósitos.
“O FGC, nesta semana, vai ultrapassar 90% do valor financeiro em ressarcimentos e percentual semelhante no número de credores. É fundamental que as pessoas utilizem apenas os canais oficiais e não acreditem em ofertas que prometem pagamento mais rápido mediante algum tipo de cobrança”, afirmou.
No caso do Will Bank, liquidado em janeiro pelo Banco Central do Brasil, o FGC informou que ainda aguarda o envio da lista oficial de credores para dar início ao ressarcimento.
A expectativa é que esse processo leve entre 30 e 60 dias, prazo necessário para a consolidação das informações e organização dos pagamentos aos clientes da instituição.
O plano de negócios do Banco Master envolvia o uso recorrente da garantia do FGC como argumento comercial na venda de produtos financeiros, além da utilização de precatórios — ordens judiciais de pagamento – como parte relevante da estratégia.
Esse modelo foi considerado agressivo por reguladores e transferia riscos ao sistema financeiro. O caso contribuiu para mudanças nas regras aplicáveis a todas as instituições, incluindo resolução do Conselho Monetário Nacional que limitou o uso de precatórios como estratégia de negócios no setor bancário.
O avanço do ressarcimento pelo FGC e os ajustes regulatórios em curso seguem sendo acompanhados pelo mercado financeiro e pelas autoridades monetárias.
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