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O que é a Operação Fallax e o que a PF investiga?
Publicado 27/03/2026 • 22:58 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 27/03/2026 • 22:58 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Foto: reprodução/Polícia Federal.
O que se sabe sobre a sétima fase da Operação Compliance Zero
A Operação Fallax foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) na última quarta-feira (25). De acordo com o anúncio, o objetivo é desmontar uma organização criminosa focada em fraudes bancárias. Nesse sentido, os envolvidos teriam agido contra a Caixa Econômica Federal, praticado estelionato e lavagem de dinheiro.
Por isso, foram emitidos 43 mandados de busca e apreensão, ao lado de 21 mandados de prisão preventiva.
Leia também: Grupo Fictor: entenda por que a crise da empresa era considerada previsível
De acordo com a Polícia Federal, as investigações apontam que “a organização utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos”. Nesse sentido, a apuração envolve ainda os nomes de Rafael Góis, CEO e fundador do Grupo Fictor, e seu ex-sócio, Luiz Phillippe Gomes Rubini.
Segundo a PF, as instituições financeiras envolvidas mandavam funcionários inserirem dados falsos nos sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas.
Em seguida, os valores retirados eram convertidos em bens de luxo e criptoativos, para dificultar o rastreamento. Estima-se que tais práticas desviaram mais de R$ 500 milhões de empresas como a Caixa Econômica Federal.
Além disso, a investigação cita ainda que parte dos valores surgiram de células criminosas do Comando Vermelho. Por isso, os investigados podem responder pelos crimes de:
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Siga o Times | CNBCSe comprovada a realização de todos esses crimes, cada envolvido pode ter penas que, somadas, ultrapassam os 50 anos de cadeia.
Leia também: Operação que prendeu CEO da Fictor encontrou 67 celulares, jóias, relógios e arma de fogo
Assim como noticiado anteriormente, a Operação Fallax já prendeu 14 pessoas, 67 telefones celulares, 1 arma de fogo, 31 notebooks, 25 documentos, além de grandes quantidades de jóias e relógios de luxo em dois endereços.
Ademais, segundo o boletim da PF, os policiais também apreenderam dinheiro, cheques e criptoativos. No entanto, os valores ainda estão sendo calculados. Ainda nesse contexto, Rafael Góis também teve seus endereços como alvo dos mandados de busca e apreensão devido à Operação Fallax.
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