Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Fim da escala 6×1 pode apertar as contas das faculdades privadas, alerta associação do setor
Publicado 03/11/2026 • 20:13 | Atualizado há 58 minutos
Ataque à Binance coloca custódia no centro dos investimentos em infraestrutura cripto
Lucro da Versant supera expectativas com crescimento impulsionado por plataformas digitais
Apple e Palantir caem no pré-mercado após divulgação de balanços
Preços do petróleo sobem após ataques dos EUA à ilha iraniana de Qeshm
Anthropic registrou receita de US$ 17 bilhões no terceiro trimestre e prevê US$ 895 bilhões em capex
Publicado 03/11/2026 • 20:13 | Atualizado há 58 minutos
KEY POINTS
Foto: Unsplash
Fim da escala 6x1 pressiona faculdades privadas, diz ABMES
As faculdades e universidades privadas temem que o fim da escala 6×1 desequilibre suas contas. Em nota, a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) apoia a mudança, mas prevê que a folha de pagamento das instituições vai ficar mais cara enquanto o faturamento continua no mesmo patamar.
O Senado aprovou no dia 14 de outubro, em dois turnos, a PEC 221/2019, que acaba com a escala de seis dias de trabalho para um de descanso. Nos dois turnos, foram 75 votos a favor. O texto garante duas folgas remuneradas por semana e diminui a jornada máxima de 44 para 40 horas, com o salário mantido. As primeiras mudanças, com a jornada caindo para 42 horas, começam dois meses depois da promulgação, e toda a transição deve terminar até o fim de 2027.
Com menos horas de trabalho por funcionário, as instituições vão precisar de mais gente ou de horas extras para manter aulas, secretarias e laboratórios funcionando. O dinheiro para isso, porém, sai praticamente só das mensalidades, e o valor delas é fixado no contrato assinado com o aluno no início do período. Ou seja, a faculdade não tem como cobrar mais no meio do semestre. A ABMES também avalia que subir o preço depois não resolve, porque muitos estudantes já estão no limite do que conseguem pagar.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO impacto deve ser maior nas instituições menores, que têm caixa mais apertado e uma base de alunos menor para dividir os gastos fixos. Segundo a entidade, a nova despesa pode tirar dinheiro de obras, equipamentos e tecnologia. Há ainda o risco para as turmas da noite e de sábado, procuradas por quem trabalha durante o dia. A associação defende que a mudança nas escalas não resulte no fechamento dessas turmas.
A ABMES diz que ainda não sabe como as novas regras vão funcionar no ensino superior, o que atrapalha o planejamento do próximo ano letivo. As principais dúvidas são sobre o pagamento dos professores horistas, que ganham por hora-aula, o cálculo do descanso semanal remunerado e as horas extras. A entidade pede que a regulamentação leve em conta, além do custo trabalhista, quanto as faculdades conseguem de fato arrecadar.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Após negociação com Lula, Alcolumbre garante cargos de direção no Banco do Brasil para aliados
2
Imposto Seletivo deve começar em fevereiro de 2027; governo prevê manter IPI na transição
3
‘Muito ruim’, ‘ridícula’ e ‘voluntarismo ingênuo’: economistas criticam proposta de Lara Resende para Selic a 7,5%
4
Raízen abre prazo para credores escolherem forma de pagamento de dívidas
5
Binance: Coreia do Norte nega roubo de US$ 6 bilhões em criptomoedas