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Funcionário do Planalto repostou mensagem que pedia para ‘deixar rolar’ fake news sobre Nossa Senhora Aparecida
Publicado 25/09/2026 • 22:57 | Atualizado há 11 minutos
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Publicado 25/09/2026 • 22:57 | Atualizado há 11 minutos
KEY POINTS
O coordenador-geral de Estratégia e Informação da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), George Marques, repostou nesta sexta-feira (25) uma publicação que defendia a continuidade da divulgação de uma informação falsa envolvendo Flávio Bolsonaro (PL) e Nossa Senhora Aparecida. O conteúdo foi apagado horas depois.
A postagem compartilhada pelo servidor dizia: “Parem de divulgar retratação. Deixem o assunto rolar.” Na sequência, o autor defendia que continuasse a circular a alegação de que Nossa Senhora teria sido “atacada”, para que a informação chegasse ao interior das regiões Nordeste e Norte. A informação foi divulgada pelo Poder360.
O conteúdo fazia referência ao boato de que Flávio Bolsonaro ou integrantes da família Bolsonaro apoiariam uma proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Não há projeto de autoria ou apoio de Flávio com esse objetivo. A proposta que deu origem à história é de 2007, foi apresentada pelo então deputado Professor Victório Galli, à época no PMDB de Mato Grosso, e acabou arquivada em 2008.
George Marques afirmou que havia lido a postagem, mas negou concordar com seu conteúdo. Ele também disse não se lembrar de ter feito o repost e afirmou que o compartilhamento, caso tenha ocorrido, teria sido involuntário.
Segundo Marques, seu perfil no X é pessoal e reúne publicações sobre política e humor. Ele afirmou que a mensagem não representa sua posição.
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Siga o Times | CNBCTambém nesta sexta-feira, o ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que X, Facebook, Instagram, TikTok e YouTube retirem publicações que afirmam que Flávio Bolsonaro ou a família Bolsonaro pretendem acabar com o título de padroeira do Brasil concedido a Nossa Senhora Aparecida.
A decisão classificou a alegação de que Flávio ou seus familiares propuseram, apoiaram ou pretendem promover essa mudança como informação inverídica.
O projeto usado como origem do boato, o PL 2.623/2007, pretendia trocar na legislação a expressão “padroeira do Brasil” por “padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”. A Comissão de Educação e Cultura da Câmara rejeitou a proposta.
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