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Haddad defende Galípolo e diz que BC herdou problemas do Banco Master
Publicado 19/01/2026 • 13:00 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 19/01/2026 • 13:00 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Ministro da Fazenda Fernando Haddad.
Lula Marques/Agência Brasil
Em entrevista ao Oul nesta quinta-feira (19), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comentou o caso do Banco Master, afirmando que o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, herdou problemas históricos do setor financeiro. O ministro destacou que não há risco sistêmico, que o caso está sendo investigado e ressaltou a necessidade de reorganização regulatória e ampliação da supervisão do BC.
O ministro destacou que Galípolo assumiu uma situação complexa no Banco Master e avançou em decisões difíceis para enfrentar problemas herdados de gestões anteriores. Segundo Haddad, a atuação técnica do presidente do Banco Central foi essencial para lidar com questões históricas do setor.
Haddad afirmou ao vivo: “Faria tudo o que fiz de novo. Ele [Galípolo] é uma pessoa em quem confio e sempre insisti em dizer que herdou um problema que só seria conhecido depois. Ele herdou o problema do Banco Master, todo ele criado na gestão anterior.”
O ministro reforçou que o volume envolvido é de cerca de R$ 40 bilhões e que não há risco sistêmico. “Este ano, Galípolo descascou o abacaxi com responsabilidade, tomando decisões duras, mas justificadas por um processo robusto”, disse Haddad. Ele destacou que o caso segue sob acompanhamento do Conselho Monetário Nacional e de órgãos competentes.
Leia também: Por que o Banco Master está sendo acusado de lavagem de dinheiro? Entenda
Haddad explicou que o governo estuda ampliar o perímetro regulatório do Banco Central, trazendo para o BC atividades hoje sob responsabilidade da CVM, incluindo fundos e fintechs. Segundo o ministro, essa mudança aumentaria a transparência, reduziria riscos e fortaleceria o sistema financeiro.
O ministro afirmou ao vivo: “Apresentei uma proposta que está sendo discutida no governo que amplia o perímetro regulatório do Banco Central. Ele precisa passar a regular e fiscalizar fundos, porque há uma intersecção enorme entre fundos e finanças. Hoje, isso está na CVM e precisa mudar.”
Sobre apostas (bets), Haddad comentou: “Por que a oposição está com medo da fiscalização nas bets? Houve desancoragem das expectativas alimentadas pela gestão anterior, e precisamos garantir transparência e segurança no setor.”
Leia também: Banco Master: Fazenda diz que Haddad não tratou de aporte de bilionário no BRB
Segundo Haddad, o aumento da fiscalização de transações bancárias tem foco no combate ao crime organizado, e não em prejudicar cidadãos comuns. Ele citou organizações como o PCC, que atuam em diferentes frentes econômicas, como exemplo da necessidade de monitoramento rigoroso.
O ministro reforçou ao vivo: “Temos que ter frente de combate; abrimos na frente de combustível. É uma questão de combater o crime organizado, como o PCC, que atua em diferentes frentes econômicas.”
Haddad comentou ainda que a autoridade monetária precisa agir para manter estabilidade diante das expectativas do mercado e do cenário econômico. Ele destacou que Galípolo tem espaço para tomar decisões sobre juros, garantindo a institucionalidade do Banco Central.
O ministro disse: “Quando uma autoridade monetária começa a falar sobre expectativas no exterior e internamente, precisa agir para manter a estabilidade. Acho que há espaço para cortar juros; o próprio mercado também acha. Mas não se pode julgar uma pessoa que nunca esteve nessa cadeira.”
Haddad concluiu que o trabalho de Galípolo integra um esforço maior de modernização e fortalecimento do sistema financeiro brasileiro.
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